Sigo o mesmo formato que com os religiosos. Publico o artigo do ano passado, que reúne os dos anos anteriores, e no final de cada instituto atualizo com os dados do último ano. Temo um mau resultado, mas talvez tenha uma surpresa. Seja como for, aqui ficará refletido sem ocultar nada. Bom ou mau. Apenas é preciso constar que as percentagens de perdas se referem às que existiam em 1973, pelo que na realidade são maiores do que as aqui indicadas, pois nesse ano já tinham ocorrido notáveis defecções.
Situação tão má ou pior que a dos religiosos. Muitas à beira da morte ou em caminho decidido para ela. E a muitíssimas não as identificas pelo aspeto exterior. Como aos religiosos. Embora nestas se dê um caso distinto. Se vês um religioso disfarçado, não sabes se o é ou se se trata de um camionista, um alto executivo, que também os há, ou um simples administrativo de banco ou um vendedor de seguros. A muitas das religiosas desabitadas, se as encontrares, não tens a menor dúvida: isso é uma freira. Não há ninguém, ou quase, que sem o ser vá tão estrafalariamente vestida. Na maioria dos religiosos, o laicismo foi uma opção pessoal. Nas freiras, menos. Obedeceram às suas superioras, deixaram-se enganar pelos seus confessores, acreditaram que assim iam comer o mundo… E já veem o que comeram. Nem um rolo. Creio que também entre as laicizadas há muita melhor gente que entre eles. Embora seguramente de menos luzes. Ou quase nenhuma. Encontraram-se nesta situação, não poucas, com as melhores intenções. Embora vilmente enganadas. E muitas tentam seguir a sua vocação com entrega até generosíssima e até com oração. Embora também as haja, geralmente em cargos de mando, mais más que a quina. E um testemunho de admiração a verdadeiras mártires. Emociono-me quando num numeroso grupo de mundanizadas aparece alguma com o santo hábito. As pressões, as burlas e as canalhices que terá tido de suportar. Vai o meu testemunho de admiração a essas mulheres fortes que querem morrer com o que no seu dia, com tanto amor a Cristo e com tanta ilusão, vestiram. Ele sem dúvida as premiará.
Pois vai já a situação a 1 de janeiro de 2023 segundo o Annuario Pontificio de 2024
Já está, dada a data, recolhida a incidência da Covid.
Sagrado Coração (Magdalena Sofia Barat): Foram as educadoras da altíssima sociedade espanhola. Não vou entrar agora no seu sucesso, também patético, com as suas educandas. Das primeiras secularizadas até extremos absolutos. Assim lhes correu. Em 1973 eram 6.239, quarenta anos depois apenas restam 2.361 idosas. 82 menos que o ano anterior. E essa descida ao abismo sem travões não tem o menor sinal de se reconduzir. Estão felizes no seu suicídio. Perderam 63% do instituto e sem a menor reação perante tão descomunal fracasso. Não seria para que Braz de Anís as interviesse? Acredita de verdade esse inútil, ou esse malvado, que o problema são as Franciscanas da Imaculada? A morte, naturalmente, atinge mais os velhos que os jovens. E aqui todas são velhas. Os próximos anos, e com curta perspetiva, vão ser trágicos para a Sociedade do Sagrado Coração.
Continua a queda ao abismo. A 1 de janeiro de 2014 apenas restavam já 2.269 idosas. 92 menos que o ano passado. Com o que aumenta a diminuição anual. E o que aumentará nos anos seguintes. Já estão num 64% de perda das que foram. E tão felizes.
A 1 de janeiro de 2015 já só restavam 2.190. 79 menos que o ano anterior. A descida está já nos 65% e a tendência parece imparável.
Um ano mais tarde, a 1 de janeiro de 2020, já só restavam 1.777. Perderam-se num ano 84 religiosas. E isto com os anos delas e a pandemia vai a muito mais. As perdas do instituto são já, pelo menos, os 72%.
A 1 de janeiro de 2021 já só eram 1.683. Num ano desapareceram 94 e as que restam um conjunto de idosas um ano mais velhas que o ano anterior. A merma da «sociedade» atinge já os 74% e referida a 1974, relativamente aos anos do Concílio aproximar-se-á dos 80%. Um descalabro monumental e já sem remédio.
Carmelitas da Caridade (Vedrunas). Fundação espanhola daquela grande Santa que foi Joaquina de Vedruna. E de notável implantação na nossa pátria. Em 1973 eram 3.241. em 2013 apenas restavam já 1.859. Na sua maioria idosas. 45 menos que o ano anterior. E isso vai a mais. Também não se vê nelas nenhum sinal de reação. Seguem felizes no seu suicídio. Estas só perderam a minúcia dos 43% das suas religiosas. Quase “nada”. Pois a seguir felizes assim. A última que feche a porta e apague a luz. Também estas continuam a descer. A 1 de janeiro de 2014 eram 1821, 38 menos que o ano anterior. Já estão num 44% de perdas. A 1 de janeiro de 2015 eram já só 1.768, a morte continua a fazer estragos. Num ano deixaram-se 53 religiosas. E cada ano serão mais as desaparecidas. A perda já é dos 46%
A 1 de janeiro de 2016 vemos que a diminuição continua e acelerando. Num ano perderam 60 religiosas e já só restam 1.708. Hoje, ano e meio depois, dizia então, podemos supor que não perderam só a referência das 1.700 mas também, ou quase, a das 1.600. A este passo extinção também próxima. A perda é já dos 48%. E a real, com base nas que foram nos anos sessenta é seguro que bastante superior aos 50%.
A 1 de janeiro de 2017 restavam 1.647 perdendo num ano 61 religiosas. Já estão nos 50% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2019 não quebra a tendência, restam já 1.532, 67 menos que um ano antes. Já se deixaram os 53% do instituto
A tendência não muda e a 1 de janeiro de 2020 eram 1.471, 61 menos que o ano anterior. A perda da congregação chega já, e repetimos que é algo mais, aos 55%
A 1 de janeiro de 2021 tinham baixado a 1.395, A ruína chega já pelo menos aos 57% e na realidade estará pelos 60% ou mais.
Um ano depois só restavam 1.344, 51 menos que um ano antes. com um descalabro dos 59%
A 1 de janeiro de 2023 foram 50 as que se ficaram na gatera. Já só restam 1.294. Já a calamidade chegou aos 61%
1 de janeiro de 2024 perderam-se 59 mais: 1.235.. Os 62%
A 1 de janeiro de 2025 foram 57 as religiosas perdidas: 1.178. Perdem já os 64%
Companhia de Maria (Religiosas do Ensino). Meritíssima a obra das Filhas de Santa Joana de Lestonnac realizada na nossa pátria entre jovens de classes médias. Foram um autêntico referente de bom fazer. Mas também a elas chegou o inverno e a mundanização. Com esplêndidos resultados. Para o diabo. Em 1973 eram 3.120, em 1973 apenas restavam já 1.474. 46 menos que o ano anterior. Outras que não vão à ruína, porque já estão nela, mas à própria morte. Deixaram-se no caminho os 53% da ordem. E isso vai a mais.
Pois sim, vai a mais. A 1 de janeiro de 2014 tinham descido a 1.442, 32 menos que o ano anterior. E estão já nos 54% de perda. A 1 de janeiro de 2015 eram 1.397, 45 menos que o ano anterior. Cifras que por imperativo da idade irão aumentando. Entram cada vez menos e morrem cada vez mais. A diminuição está já nos 56%
A 1 de janeiro de 2016 tinham descido a 1.352, de novo 45 religiosas ficaram-se no caminho. A perda já é dos 57%
A 1 de janeiro de 2017 restavam 1.306, 46 religiosas menos que o ano anterior. A diminuição atinge já os 59%
A 1 de janeiro de 2018 tinham descido a 1.255, 51 menos que um ano antes. Um 60% de diminuição
A 1 de janeiro de 2019 repete-se o de todos os anos. Já só restam 1.209, 46 menos que o ano anterior, um 62%
Um ano depois, a 1 de janeiro de 2020 já só eram 1.157. Cinquenta e duas que se ficaram na gatera entre mortes e abandonos, A perda sobe aos 63% pelo menos.
A 1 de janeiro de 2021 restavam 1.092. Ficaram-se no caminho num ano 65 religiosas. A ponto de perder o listão das mil desde a impotência de apenas um milhar de idosas. A perda é já dos 65%. Referida a 1974. Na realidade aproximar-se-á dos 70%
A 1 de janeiro de 2022 já só restavam 1.043, 49 menos que um ano antes. Desastre dos 67%
A 1 de janeiro de 2023 desapareceram 36 mais. Restam 1007. As perdas são já dos 68%. E seguro que um ano e quatro meses depois perderam já o listão das mil.
Pois já o perderam. A 1 de janeiro de 2024 eram só 950. 57 menos que um ano antes. perdem os 70%
A 1 de janeiro de 2025 foram 52 as religiosas desaparecidas com o que restam 898. Os 72%
Carmelitas Descalças (Maravilhosas): Constituições de 1990. Em 2007 eram 1.856. Em 2013, 1.783. Com uma diminuição de 37 relativamente ao ano anterior. Perderam os 5% que para o que estamos a ver é nada embora seja nos últimos seis anos. A 1 de janeiro de 2014 restavam 1.753, com uma diminuição de 30 relativamente ao ano anterior. Têm uma perda dos 6%. A 1 de janeiro de 2015 eram 1.739, 14 menos que o ano anterior. A perda é só dos 7%. Parece um milagre de Deus. Porque é preciso ter em conta que quando se constituíram havia muitas idosas nos seus conventos. As novas vocações não cobrem os falecimentos mas a perda é ínfima.mm
A 1 de janeiro de 2016 restavam 1.671, 68 menos que o ano anterior. E a diminuição sobe já aos 10%. Embora essa percentagem seja a real.
A 1 de janeiro de 2017 restavam 1.646, 25 menos que o ano anterior. A diminuição é dos 12%
A 1 de janeiro de 2018 eram 1.585, 61 menos que um ano antes. Perderam os 15%
A 1 de janeiro de 2019, 1.566, 19 religiosas perdidas no ano. Continuam nos 15%
A 1 de janeiro de 2020 sobem a 1.579, treze mais que um ano antes. Seguem nos 15% de diminuição
A 1 de janeiro de 2021 um aumento espetacular: 1.691. Cento e doze monjas mais que o ano anterior. Se não houver erro, um milagre. A diminuição baixa aos 9%
A 1 de janeiro de 2022 desaparecem 30 do milagre do ano passado e restam 1.661.Agora um 11% a perda
A 1 de janeiro de 2023 aumentam em 39: 1.700- A diminuição reduz um ponto: os 10%. Resultados extraordinários.
A 1 de janeiro de 2024 perdem 182 monjas. Restam 1.518.. Perdem os 19%
A 1 de janeiro de 2025 eram 1.670, ¡52 monjas mais!
Carmelitas Descalças (Não Maravilhosas): Constituições de 1991. Eram 9.587 em 2007 e restam 8.988 em 2013. Com uma perda de 192 relativamente a 2012. Estas, no mesmo período, os 6% das que eram. Vão muito parelhas, com uma levíssima vantagem a favor das maravilhosas, e com excelentes resultados ambas para o que está a ocorrer. No entanto creio que o futuro é mais alentador para as seguidoras da Madre Maravillas. Quando se fez a divisão, favorabilíssima às não maravilhosas pois bastava que uma religiosa se opusesse para que o carmelo não se integrasse com as maravilhosas, isso deu lugar a que os carmelos deste grupo tenham uma média de idade superior à dos segregados. E isso vai notar-se, penso, nos próximos anos. A 1 de janeiro de 2014 eram 8.941, 47 menos que o ano anterior. A perda está num 7%. A mim pessoalmente parecem-me maravilhosas umas e outras e todas são filhas da grande Teresa. Deus queira que a santa, no seu quinto centenário, lhes conceda vocações que as façam sair dos números negativos embora esses já os quisessem muitas outras.
A 1 de janeiro de 2015 eram 8.765, com uma perda de 176 carmelitas. O que parece confirmar o que tínhamos dito. Que o amanhã parece mais favorável às “maravilhosas” que a estas. A perda é dos 9%, cifra excelente para o que estamos a ver mas o ponto que levavam de diferença já são dois.
A 1 de janeiro de 2016 restavam 8.663, 102 menos que um ano antes. Estão já, como as das Constituições de 1990, num 10% de perda.
A 1 de janeiro de 2017 restavam 8.449, 214 religiosas menos. A diminuição é dos 12%
A 1 de janeiro de 2018 restavam 8.330, 119 menos. Perda dos 14%
E na mesma data do ano seguinte, 8.124, 206 monjas menos. Perdem os 16%
A 1 de janeiro de 2020 eram 7.919, 205 menos que o ano anterior. A diminuição sobe aos 18%. E a diferença entre maravilhosas e não maravilhosas é já de três pontos favorável às primeiras.
A 1 de janeiro de 2021 marca já um claro distanciamento entre ambos os ramos do Carmelo feminino. As das Constituições de 1991 baixam a 7.645, com perda num ano de 274 monjas, Com o que a diminuição sobe aos 15%. E a diferença entre ambas é já de 4 pontos. Temo, porque embora as minhas simpatias estejam mais com as maravilhosas todas me parecem excelentes, que esta vai ser a tónica do futuro.
Os dados do novo ano confirmam o que vaticinávamos: 7.544, 101 menos que um ano antes. O rombo sobe já aos 16%
O último ano foi péssimo confirmando a linha descendente que vêm mostrando. Perderam 231 monjas: 7.313. Já estão nos 24% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2024 foi ótimo com um incremento de 174 monjas: 7.487malbarata os resultados do ano anterior. A perda baixa aos 22%
A 1 de janeiro de 2025 perdem-se 319 monjas: 7.168 com o que a diminuição do instituto é já dos 26%
Agostinhas: Eram 1.446 em 1973 e em 2013 restavam só 806. Mas eram 43 mais que o ano anterior. Diminuíram num 45%. Parece que seguem recuperando. A 1 de janeiro de 2014 era já 813, 7 mais que o ano anterior. Melhora a percentagem de perdas. Já está nos 44. A 1 de janeiro de 2015 voltam os números negativos e tinham descido a 797, 16 menos que o ano anterior. E a perda volta aos 45%
A 1 de janeiro de 2016 seguiam a baixar: 788, 9 menos que um ano antes. Já estão nos 46% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2017 continuam a diminuir: 760. Perderam-se 28 religiosas. A diminuição subiu dois pontos: os 48%
A 1 de janeiro de 2018 subiram a 772, 12 mais que um ano antes com o que o acordeão das perdas desce um ponto, os 47%
Pouco dura a alegria na casa do pobre pois um ano mais tarde iniciavam 2019 só 747, Evaporaram-se 25 monjas, A perda sobe aos 49%
A 1 de janeiro de 2020 seguiam a perder monjas, restavam 727, vinte menos que o ano anterior. Já se deixaram os 50% dos efetivos desde 1973, mais relativamente a anos anteriores
A 1 de janeiro de 2021 eram já 713, catorze menos que um ano antes. A perda, os 51%
Na mesma data de 2022 tinham baixado a 605, com uma perda de 108 monjas que elevam o descosido aos 59%
A 1 de janeiro de 2023 há 67 monjas mais : 672. Acreditamos? Se assim for a perda teria baixado aos 54%
A 1 de janeiro de 2024 eram 658, 14 menos que um ano antes: Os 55%
A 1 de janeiro de 2025 são 16 as monjas perdidas: 642. Os 56%
Beneditinas: As 7.534 que havia em 1973 ficaram reduzidas a 4.019 em 2013. E eram 134 menos que em 2012. Em situação muito parecida com as anteriores, em percentagem, embora algo pior. Estas deixaram-se 47% das monjas.
A 1 de janeiro de 2014 seguem a baixar. Já só são 3.958. 61 menos que o ano anterior. Vê-se que a Forcades não atrai vocações. Já estão nos 48% de perda.
A 1 de janeiro de 2015 segue a descida: 3.825, 133 beneditinas menos. A diminuição chegou já aos 50%.
A 1 de janeiro de 2016 seguimos na sangria. Já eram 3.764, 61 menos que o ano anterior. A perda é dos 51%
E a diminuição não cessa, a 1 de janeiro de 2017 restavam 3.664, cem menos que o ano anterior. A diminuição atinge já os 52%
E quase tão mau o início de 2018 que as encontra com 3.578 monjas, 86 menos que um ano antes, A percentagem de perda já é dos 53%
Pior o ano seguinte pois começam 2019 3.462 monjas, 116 menos que nas mesmas datas de 2018 com o que a diminuição é já dos 55%
A 1 de janeiro de 2020 tiveram um leve repunte de 13 monjas: 3.475. A diminuição perde um ponto: 54%.
A 1 de janeiro de 2021 voltam a descer: 3.462 beneditinas. Treze menos que um ano antes. Voltam aos 55%
A 1 de janeiro de 2022 restavam 3.387, 75 menos que um ano antes e uma diminuição dos 56%
O Annuario dá para 1 de janeiro de 2023, 1.623 monjas o que suporia uma perda de ¡¡¡1.761 monjas!!! Ou é um erro ou os dados dos anos anteriores estavam aumentadíssimos e agora retificaram. Se assim for a perda teria ido aos 79%.
A 1 de janeiro de 2024 voltam a ser 3.204 com o que parece que os dados de 2023 foram um erro. . Com o que estamos em 183 monjas menos que há dois anos Com o que as perdas voltam a 58%
A 1 de janeiro de 2025 são 50 as monjas que se perdem: 3.154. Os 59%
Bernardas (Cistercienses): Em 1973 eram 2.263 e quarenta anos depois apenas restavam já 917. E eram 17 menos que em 2012. Perderam os 60% das monjas. A 1 de janeiro de 2014 restavam 910, 7 menos que o ano anterior. Pois mal o levam. E seguro que todas são boníssimas, piedosíssimas e habitadíssimas. O seu problema não está tanto nelas mas na secularização da sociedade e na nula capacidade, e lamentavelmente de interesse, dos sacerdotes, ou da imensa maioria deles, em levar vocações aos mosteiros. E o pior é que a nenhum sítio. E assim estão. Seguem com uma perda dos 60%.
A 1 de janeiro de 2015 já só restavam 855, num ano perderam-se 55 monjas. E o que virá nos sucessivos. A perda é já dos 63%
A 1 de janeiro de 2016 restavam 836, 19 menos que o ano anterior. Um 64% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2017 apenas eram já 809, 27 menos que um ano antes. A diminuição está já nos 65%
A 1 de janeiro de 2018 continuava a sangria: 797, 12 menos que um ano antes. Continuam nos 65%
Um ano mais tarde eram 764, 33 monjas perdidas, com o que a diminuição sobe aos 67%
A 1 de janeiro de 2020 seguem a perder monjas e em grande quantidade: 86, restam 678. A diminuição é já dos 71%
Continua a hemorragia a 1 de janeiro de 2021: 636 monjas. Quarenta e dois menos que um ano antes. E todas idosas à espera do encerramento definitivo. A perda os 72%
A 1 de janeiro de 2022 eram 8 mais que um ano antes, 644. Seguem nos 72%
A 1 de janeiro de 2023 perdem 13 monjas; 631. Os 73%.
A 1 de janeiro de 2024 um pouco verosímil resultado 744 bernardas., 113 mais que um ano antes. Se fossem certas. A perda seria dos 68%
A cifra anterior deveu ser um espejismo porque a 1 de janeiro de 2025 voltam a ser 616, 128 menos que as atribuídas ao ano anterior. Com o que a diminuição da ordem volta aos 73%
Clarissas: Eram sem dúvida as contemplativas mais numerosas e continuam a sê-lo embora com notável descida. Das 10.020 que havia em 1973 restavam em 2013, 6.784. Quinze menos que o ano anterior. Desceram somente 33% que para o que estamos a ver é uma percentagem quase para felicitar.
A 1 de janeiro de 2014 eram 6.778, com só uma descida de 6 monjas relativamente ao ano anterior. Que é um ótimo resultado. Seguem com 33% de perda. Mas em todas estas casas autónomas o aglomerá-las oculta a realidade. Sória, Belorado, Cantalapiedra transbordam vocações. E outras casas estão a fechar. As que recebem noviças disfarçam o fracasso de outras.
A 1 de janeiro de 2015 eram já 6.686, 92 desapareceram. A perda é já dos 34% que para o que há quase se poderiam felicitar.
A 1 de janeiro de 2016 também as claras não remontam. Tinham descido a 6.579, 107 menos que um ano antes. A diminuição sobe aos 35%.
E a 1 de janeiro de 2017 continuavam em descida: 6.352 com o que se perderam 227 clarissas. A diminuição sobe já aos 37%
Como ao iniciar-se o ano seguinte que o fazia com 6.210 monjas, 142 menos que o ano passado, perdem já os 39% do instituto.
Também não melhora 2019, as monjas são 6.106, 104 menos que um ano antes e a diminuição dos 40%
Segue a descida a 1 de janeiro de 2020. As monjas tinham baixado a 6.056. Cinquenta menos que o ano anterior. Seguem nos 40% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2021 restavam 6.010, 46 menos que um ano antes. Os 41% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2022 eram 5 mais: 6.015. Os 40%
A 1 de janeiro de 2023, 86 menos: 5.929. A perda volta aos 41%
A 1 de janeiro de 2024:5.752, 177 monjas perdidas. Os 43%
A 1 de janeiro de 2025 são 62 monjas mais: 5.814 Com o que a diminuição da ordem baixa aos 42%
Clarissas Capuchinhas: As 2.365 de 1973 tinham descido a 1 de janeiro do ano passado a 1.943. Vinte e dois menos que em 2012. Perderam só os 19% das capuchinhas. Já quereriam muitas esse percentual. A 1 de janeiro de 2014 tinham descido a 1.912. Com uma perda de 31 relativamente ao ano anterior. Que é notável em umas monjas de relativamente tão poucos membros. A sua perda subiu já aos 20%. Embora muitas congregações a quisessem para elas.
Um ano mais e não melhoraram, sem dúvida pela idade de não poucas delas. A 1 de janeiro de 2015 tinham descido a 1.838, 74 monjas perdidas. A diminuição é já dos 23%
A 1 de janeiro de 2016 seguiam na sua linha descendente, restavam já 1.793, com a perda de 45 monjas. Um 25% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2017 eram 1.763, trinta menos que o ano anterior. A diminuição está nos 26%
Começaram 2018, 1723, 40 menos que nas mesmas datas do ano passado, a diminuição sobe dois pontos: 28%
A 1 de janeiro de 2019 eram 1.708, 15 menos que um ano antes. A diminuição passa aos 29%
A 1 de janeiro de 2020 eram 2 monjas mais: 1.710, Segue nos 29%
A 1 de janeiro de 2021 voltam as reduções: 1.692, Caem 28 monjas. Continua os 29%
A 1 de janeiro de 2022 perdem-se 48 monjas mais restando 1.644.O descosido sobe aos 31%
A 1 de janeiro de 2023 são 27 monjas menos: 1.617.A diminuição já é dos 35%
A 1 de janeiro de 2024 eram 1.517, 57 monjas menos que um ano antes. A perda segue nos 35%
A 1 de janeiro de 2025 eram 45 monjas mais:1.562. Com o que a perda baixa aos 33%
Franciscanas Concepcionistas: Desceram das 2.777 de 1973 a 1.669 de 2013. 41 menos que em 2012. Perderam os 40% das monjas. A 1 de janeiro de 2014 tinham baixado a 1.647 com o que eram 22 menos que o ano anterior. Não parecem cifras otimistas. E já estão nos 41% de perdas. A 1 de janeiro de 2015 seguiam a baixar e já só eram 1.584, 63 menos que o ano anterior- Com o que a diminuição já é dos 44%
A 1 de janeiro de 2016 constatamos uns dados gloriosos, num ano só tinham perdido uma monja: eram 1.583. A perda segue nos 44%
A 1 de janeiro de 2017 vem pior. 1.549 monjas que supõem uma perda de 34. E uma diminuição dos 45%
Ao começar 2018 eram 1.538, 11 menos que um ano antes. Continuam nos 45%
Pior lhes correu no ano 2018 pois começaram 2019 sendo 1467 monjas pelo que se perderam 71 concepcionistas. A diminuição é dos 48%
A 1 de janeiro de 2020 seguiam a perder monjas: 41. Restavam 1.426. A perda passa aos 49%
A 1 de janeiro de 2021, 1.409. Dezassete monjas menos. Os 50%
A 1 de janeiro de 2022 eram 20 monjas menos: 1.389. A perda segue nos 50%.
A 1 de janeiro de 2023 desaparecem 23 monjas; 1.366. Os 51%
A 1 de janeiro de 2024 perdem 16 monjas mais: 1350. Os 52%
A 1 de janeiro de 2025 são 34 as monjas perdidas: 1.316. Os 53%
Dominicanas: As 5.660 de 1973 eram, quarenta anos depois, 2.668. Com uma diminuição de 37 relativamente ao ano anterior. Caíram num 53% Também as dominicanas não estão de bom ano. A 1 de janeiro de 2014 tinham descido já a 2.596. Com diminuição de 72 relativamente ao ano anterior. Também a Caram não arrasta. Já estão num 55% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2015 eram 2.537, 59 desaparecidas num ano. A perda é já dos 56%
E o declínio aumenta. 76 monjas desapareceram num ano e já só restam 2.461 a 1 de janeiro de 2016. A diminuição está já nos 57%
A 1 de janeiro de 2017 seguem a piorar, restam 2.366 dominicanas, num ano desapareceram 95 religiosas e a diminuição sobe aos 59%.
Pior 2017 pois o ano seguinte as encontrou com 2.262 monjas, 104 menos que um ano antes. A perda é dos 61%
A 1 de janeiro de 2019 eram 2.206, 56 dominicanas menos que um ano antes, Já diminuíram 62%
A 1 de janeiro de 2020 continua a tónica de liquidação desaparecendo 63 monjas: 2.143. A perda sobe aos 63%
A 1 de janeiro de 2021 continua a sangria: foram-se 45 monjas. Restam 2.098. Os 63%
A 1 de janeiro de 2022 já só restam 2.038, 60 monjas menos que um ano antes.O descalabro é já dos 64%
A 1 de janeiro de 2023 são 9 as monjas que se perderam: 2.029. Os 65%
A 1 de janeiro de 2024 são 5 as dominicanas que se perderam: 2024 Os 65%
A 1 de janeiro de 2025 são 42 as monjas que desaparecem: 1.982. Os 66%
Jeronimas: As 258 de 1973 tinham descido, após quarenta anos, a 195. Seis menos que em 2012. Perderam os 26% A 1 de janeiro de 2014 seguem sendo 195. Num ano não perderam nenhuma monja. Ou se perderam alguma compensaram com a mesma entrada. São escassas mas mantêm-se bastante aceitavelmente para o que há. O impulso de Sor Cristina de Arteaga parece não ter morrido. Um ano depois só desceram em 2 monjas, sendo 193. O maior problema que têm é o reduzido da ordem. Seguem num 26% de diminuição.
Numas monjas de idade avançada e creio que de vocações exteriores e escassas não podia durar essa bonança. A diminuição no último ano já foi de 16 monjas pelo que desceram a 173. Com o que a diminuição é já dos 33%
A 1 de janeiro de 2017 seguem mantendo o tipo pois só perderam uma monja: são 172 com o que a perda é dos 34%
Um ano depois continua a sorrir-lhes a fortuna pois em todo o ano anterior só perderam outra monja Inauguravam o ano 171 religiosas. Seguem nos 34%
2018 foi pior a 1 de janeiro de 2019 as encontrou com 160 monjas, 11 menos que um ano antes. Perderam já os 38%
A 1 de janeiro de 2020 tinha desaparecido uma monja: 159. Os 39%
A 1 de janeiro de 2021 veio muito pior. foram-se em 2020 treze monjas, restam 146 idosas. Embora a diminuição seja dos 44% o futuro é negríssimo sendo tão poucas e tão maiores.
Pois ao começar 2022 seguiam as 146 idosas, os 44% e o negríssimo futuro
A 1 de janeiro de 2023 tinham aumentado em 2: 148. Os 43%
A 1 de janeiro de 2024 eram 145., desapareceram 3. Os 44% é a diminuição da congregação pelo menos.
A 1 de janeiro de 2025 perdem outra monja mais: 144. Os 45%
Salesas: 6.500 em 1973. Em 2013 apenas restavam já 1.929. E eram 35 menos que o ano anterior. Perderam, num monumental descalabro, os 71% das monjas. E isso não se corrige. A 1 de janeiro de 2014 tinham descido a 1.887, 32 menos que o ano anterior. E muito envelhecidas as que restam. Estão já num 72% de perda. Para todas estas monjas de clausura, clausura duvidosíssima em algumas como a Forcades ou a Caram, foi trágica a secularização de religiosos do mesmo carisma ou de sacerdotes que se desentenderam de cultivar vocações femininas, .A 1 de janeiro de 2015 continuam a descer e já só restam 1.851. 36 menos que o ano anterior. Parecem-me uma das ordens mais ameaçadas pela ancianidade de quase todas elas. Seguem nos 72% das que foram em 1973.
A 1 de janeiro de 2016 restavam já só 1.808. 43 menos que um ano antes. A diminuição é dos 73%. Penso que estão entre as mais ameaçadas de extinção. Nos próximos anos as diminuições por falecimentos vão ser maciças.
A 1 de janeiro de 2017 já só eram 1.732, setenta e seis menos que um ano antes. A perda é já dos 74%
A 1 de janeiro de 2018 eram 1.665, 67 monjas menos que um ano antes. A diminuição é já dos 75%
Um ano depois restavam já só 1.606. 59 monjas perdidas. A percentagem de diminuição chega aos 76%
A 1 de janeiro de 2020 tinham-se ido 11 monjas: 1.595. Segue nos 76%
A 1 de janeiro de 2021, 1.529. 66 monjas perdidas num ano. A diminuição desde 1974 é dos 77%. A real pode superar os 80%. E todas velhíssimas. A desaparecimento das salesas é inevitável e próxima.
Nada melhorou com a chegada de 2022. Começou o ano com 1.498 monjas, 31 menos que um ano antes 7 o imenso descalabro segue nos 77%
Segue o caminho para a desaparecimento, a 1 de janeiro de 2023 perderam-se 38 monjas mais: 1.460. Os 78%
A 1 de janeiro de 2024 incrementou-se a catástrofe, Perdem 57 monjas: 1.403. A perda sobe pelo menos aos 79%
A 1 de janeiro de 2025 desaparecem 39 monjas mais: 1.364. Os 80%
Adoradoras do Sangue de Cristo: De fundação italiana em Espanha estão apenas implantadas. Em 1999 apenas tinha duas casas, em Madrid e Castuera. Em 1973 eram 2.970. Em 2013 apenas restavam já 1.453. Diminuíram 51%. A 1 de janeiro de 2014 era já só 1.403. 50 menos que o ano anterior. Já estão numa perda dos 53%. Seguem a desangrar-se. A 1 de janeiro de 2015 já tinham descido a 1.358, 45 menos que o ano anterior. A perda é dos 55%
A 1 de janeiro de 2016 eram já só 1.295, 63 menos que um ano antes. A diminuição está já nos 57%
A 1 de janeiro de 2017 continuam em queda livre. Restavam 1.242 religiosas, cinquenta e três menos que um ano antes. A diminuição é já dos 59%
A 1 de janeiro de 2018 não corrigem a sua queda. Restavam 1.191, 51 menos que um ano antes. Perdem os 60%
A 1 de janeiro de 2019 restavam 1.183, 8 menos que um ano antes. A perda é já dos 61%
A 1 de janeiro de 2020 desapareceram 27 religiosas mais: 1.156. A perda sobe aos 62%
A 1 de janeiro de 2021 continua a diminuição: 1.119, 37 desaparecidas num ano. Os 63%
A 1 de janeiro de 2022 evaporaram-se 70 religiosas mais. restando 1.049 e uma diminuição dos 65%
A 1 de janeiro de 2023 são 44 as que se ficaram pelo caminho: 1.005. Os 67%
A 1 de janeiro de 2024 perdem o listão das mil. Já só restam 961, 44 menos que um ano antes. . Os 68%
A 1 de janeiro de 2025 eram 946, 15 menos que um ano antes. Os 69%
Adoradoras Escravas do Santíssimo Sacramento: Fundadas em Madrid por Santa Maria Micaela do Santíssimo Sacramento em 1857, eram 2.410 em 1973. Em 2013 tinham descido a 1.113. E tinham diminuído em 412 relativamente ao ano anterior. Estas deixaram-se no caminho os 54% das religiosas. Pois também não melhoram. A 1 de janeiro de 2014 já só restavam 1.085, 28 menos que o ano anterior. E a sua perda subiu já aos 56%.
A 1 de janeiro de 2015 continua a sangria. Já só eram 1.058, 27 menos que o ano anterior. Devem estar a ponto de perder o listão das 1.000 se não o perderam já. A diminuição é já dos 57%
A 1 de janeiro de 2016 já só restavam 1.006, 52 menos que um ano antes. Hoje, ano e meio depois, seguro que são já menos de mil. A diminuição é dos 59%
Pois sim, a 1 de janeiro de 2017 já só restavam 973, trinta e três menos que o ano anterior. Com 60% de perda.
E nada detém o afundamento, 2018 começava com 932 religiosas, 41 menos que um ano antes. Já perderam os 62%
A 1 de janeiro de 2019 eram já só 888, 44 desaparecidas. A diminuição atinge já os 64%
A 1 de janeiro de 2020 não traz nenhuma surpresa: seguem a afundar-se. Já só restam 851, 37 desaparecidas relativamente ao ano anterior, a perda: 65%
A 1 de janeiro de 2021 continuam na sua linha progressista e descendente. 806 religiosas, 45 menos que um ano antes. Já perderam, pelo menos, os 67% dos membros.
2022 amanhece com o mesmo ar gelado. Perderam-se 89 religiosas, restam já só 762 e o rasgão é já dos 69%
O último ano veio algo menos duro, só foram 29 as perdidas em 2022, A 1 de janeiro de 2023 restavam 733. A catástrofe é já dos 70%
A 1 de janeiro de 2024 eram 695, 38 menos que em 2023. A perda é já pelo menos dos 72%
A 1 de janeiro de 2025 deixam-se 21 religiosas mais: 674. Os 73%
Agostinhas Irmãs do Amparo: Fundadas em Maiorca pelo cónego Sebastião Gili Vives em 1859. Em 1986 eram 160. Em 2013 restavam 107. 15 menos que o ano anterior. Negríssimo futuro embora só tenham perdido os 34% da congregação. Hoje serão já menos de 100. A 1 de janeiro de 2014 já só eram 106. Enganámo-nos na conjetura de que já teriam baixado de cem mas isso segue num horizonte muito próximo. Pois seguimos a enganar-nos, com grande alegria da nossa parte, pois a 1 de janeiro de 2015 não só não perderam o listão dos cem como são duas mais que o ano anterior, 108. Ganharam um ponto na percentagem de perda que agora é dos 33%
Mas a 1 de janeiro de 2016 cumpriu-se já o que equivocadamente vínhamos augurando. São já só 99. 9 menos que ao ano anterior. A perda está nos 39%
A 1 de janeiro de 2017 seguem sendo as 99 do ano anterior. Os 39%
A 1 de janeiro de 2018 tinham baixado já a 96, 3 menos que um ano antes. Deixaram-se já os 40% da congregação.
A 1 de janeiro de 2019 restavam já só 88, 8 menos que na mesma data do ano anterior. A perda é já dos 45% e acelerada
A 1 de janeiro de 2020 só tinham perdido uma religiosa: 87. A diminuição é já dos 46%. O seu problema é as poucas que são e seguro que todas muito maiores,
A 1 de janeiro de 2021 perderam três religiosas, restam 84. E embora a diminuição esteja nos 48% o seu futuro é muito negro e a muito curto prazo.
2022 começa com duas religiosas mais, 86 e uma diminuição dos 47%
A 1 de janeiro de 2023 há uma religiosa mais; 87. Acreditamos? A perda teria baixado aos 46%.
A 1 de janeiro de 2024 são três as religiosas evaporadas: restam 84, três menos que um ano antes. Os 48%
A 1 de janeiro de 2025 são 4 as religiosas desaparecidas. Restam 80 e seguramente idosas todas. Os 50%
Agostinhas Missionárias: De origem espanhola, com duas províncias na nossa pátria e expansão na América e África. Em 1973 eram 513, quarenta anos depois restavam 405. Tendo perdido 77 relativamente ao ano anterior. Desapareceu 22% da congregação. Incrementaram o seu número, real ou ficticiamente. A 1 de janeiro de 2014 eram 432. Com um incremento de 27 religiosas. Sou crédulo perante os milagres mas alguns não acabam de me convencer. Dando por boas essas cifras, teriam perdido só os 16%. Seis pontos menos que o ano anterior. Estarão a enganar? Encontraram uma Sor Verónica na congregação? A 1 de janeiro de 2015 registam um retrocesso e são 426, 6 menos que o ano anterior. A perda é dos 17%
A 1 de janeiro de 2016 voltava a diminuir em 3 religiosas pois já só restavam 423. Perdem os 18%
A 1 de janeiro de 2017 seguem a descer: 416. Sete menos que o ano anterior. A diminuição é dos 19% das que foram.
A 1 de janeiro de 2018 seguem as vacas magras. 411 religiosas, cinco menos que o ano anterior. A diminuição subiu aos 20%
E a descida continua, 404 ao começar 2019, 7 religiosas desaparecidas. Perdeu-se os 22%.
Não muda a linha a 1 de janeiro de 2020, voltam a desaparecer 7 religiosas: 397. A diminuição sobe um ponto:23%
A 1 de janeiro de 2021 restavam 386, onze menos que um ano antes. Perdem os 25%
Ao começar 2022 eram 4 menos, 382, com uma diminuição dos 26%
A 1 de janeiro de 2023 eram 371, 11 menos que um ano antes. A perda sobe aos 28%
A 1 de janeiro de 2024 são 6 as religiosas perdidas : 365. Os 29%
A 1 de janeiro de 2025 perdem-se 3 mais: 362. Os 30% das que foram
Irmãs do Amor de Deus: Fundadas em Toro por Jerónimo Usera em 1864. Em 1973 eram 1.204 e em 2013 restavam 811. 108 menos que o ano anterior. Perderam 32%. Em 1 de janeiro de 2014 eram 797, com perda de 14 relativamente ao ano antecedente. Estão num 34% de perda. A 1 de janeiro de 2015 restavam 779, 18 menos que o ano anterior. A perda está nos 36%
E a linha descendente não cessa. Um ano depois tinham-se perdido 11 religiosas e já só eram 768. Diminuição dos 37%
A 1 de janeiro de 2017 restavam 754, catorze menos que o ano anterior. A diminuição está já nos 38%
Um ano depois eram 746, oito menos que na mesma data de 2017. Os 39%
A 1 de janeiro de 2019 eram 737, nove menos que um ano antes, A diminuição segue nos 39%
A 1 de janeiro de 2020 perderam-se 23 religiosas mais:714. A diminuição aumenta aos 41%
A 1 de janeiro de 2021 restavam 702, doze menos que um ano antes. Os 42%.
Em 2022 restavam 693, 9 menos que um ano antes e seguiam nos 42%
A 1 de janeiro de 2023 restam 684, outra vez perdem-se 9 religiosas. Os 44%
A 1 de janeiro de 2024 são 21 as religiosas perdidas: 663. A perda sobe um ponto: os 45%
A 1 de janeiro de 2025 são 17 as religiosas que desaparecem: 646. Os 47%
Irmãs Angélicas de São Paulo: Fundadas em Itália por Santo António Maria Zaccaria apenas têm implantação em Espanha. Em 1999 só tinham uma casa em Palência. Em 1973 eram 252 e em 2013, 231. Com uma diminuição de 8 relativamente ao ano anterior. Só perderam 8% Em 2014 seguem com as mesmas religiosas e a mesma percentagem. A 1 de janeiro de 2015 tinham subido a 241, 10 mais que o ano anterior. A perda é agora só dos 4%
Seguem a manter-se muito bem. No último ano só perderam uma religiosa: são 240. Perdem os 5%
A 1 de janeiro de 2017 eram 249, nove mais que o ano anterior. Praticamente estão como nos seus melhores dias.
A 1 de janeiro de 2018 tinham perdido três religiosas, eram 246, Apenas perderam 3% relativamente a 1973. Milagroso.
A 1 de janeiro de 2019 perdem nove religiosas, restam 237 e a diminuição é dos 6%
A 1 de janeiro de 2020 desaparecem duas religiosas; 235. A diminuição é dos 7%
A 1 de janeiro de 2021 chega pior, desaparecem oito religiosas: 227. Os 10% de diminuição.
2022 chega mais otimista com 6 religiosas mais, 233 e a diminuição reduz-se aos 8%
A 1 de janeiro de 2023 seguiam as 233 religiosas e os 8%. Milagroso.
A 1 de janeiro de 2024 perdem-se 4 religiosas: 229. Os 10%
A 1 de janeiro de 2025 perdem-se 3 mais: 226. Os 11%
Irmãzinhas da Anunciação: Fundadas na Colômbia em 1943. Em 1973 eram 590 e em 2013, 537. 40 menos que em 2012. Perderam só 9%. Um ano depois eram 530 com perda de 7 religiosas. Estão num 11% de perda. A 1 de janeiro de 2015 eram 528, 2 menos que um ano antes. Seguem nos 11%
A 1 de janeiro de 2016 seguem a baixar embora muito moderadamente. Eram 524, quatro menos que o ano anterior. Descem 12%
A 1 de janeiro de 2017 eram 520, quatro menos que o ano anterior. Seguem nos 12%
Em janeiro de 2018, 501. 19 menos que um ano antes. Os 16%
A 1 de janeiro de 2019, 486, quinze menos que o ano anterior. Perdem os 18%
A 1 de janeiro de 2020 perdem doze religiosas: 474. A diminuição é dos 20%
A 1 de janeiro de 2021 continuam a descer: 449 religiosas, 25 menos que um ano antes.Os 24%
O mesmo 2022, perdem 8 religiosas, 441, os 26%
A 1 de janeiro de 2023 são 16 religiosas menos: 425. Os 28%
A 1 de janeiro de 2024 perdem 6 religiosas: 419. Os 29%
A 1 de janeiro de 2025 são 8 as religiosas que desaparecem: 411. Os 31%
Apostolado de Jesus-Damas da Paz: Fundadas em Madrid em 1945 por Maria Josefa R, Galiana, não encontro os seus dados no Annuario. Em 1999 tinham uma única casa e eram 24 religiosas. Devem estar à beira da extinção. Sigo sem dados hoje
Apostolado do Sagrado Coração de Jesus: Fundadas na Havana pelo jesuíta Valentim Salinero em 1891, em 1973 eram 267 e quarenta anos depois restavam 116. 44 menos que o ano anterior. Perdeu-se 57% das monjas, A 1 de janeiro de 2014 já só eram 111. A perda já está nos 59%. E dados os escassíssimos efetivos e a idade das monjas pois… o que querem que lhes diga. A 1 de janeiro de 2015 seguiam sendo 111 e nos 59% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2016 tinham perdido quatro religiosas restando 107. Com as poucas que são a sua situação é muito alarmante. Perdem os 60%
A 1 de janeiro de 2017 perdem outras quatro religiosas relativamente ao ano anterior e são 103. Estão já nos 62% de diminuição.
A 1 de janeiro de 2018 seguem sendo as mesmas 103
No ano seguinte, 2019, são já só 100. Três menos que o ano anterior.. A diminuição é dos 63%
A 1 de janeiro de 2020 eram 9 religiosas menos: 91. A perda é dos 66% Com esse número e seguro que de muito avançada idade a sua situação é muito preocupante.
E agrava-se cada ano que passa. A 1 de janeiro de 2021 tinham-se perdido 7 religiosas mais: 84. A perda está nos 69%. Agonizantes.
2022 não melhora a sua situação: 6 religiosas menos, 78 e a perda nos 71%
A 1 de janeiro de 2023 voltam a perder 6 religiosas: 72. Os 74%
A 1 de janeiro de 2024 acentua-se a agonia. Desaparecem 5 religiosas: 67. Os 75%
A 1 de janeiro de 2025 perde-se 1 religiosa: 66. Os 76%