
Que tampoco es mía. Y que indignará a los de la ideología de género. Pero que tendrán que respetar la libertad de expresión de quienes no piensen como ellos. Por ejemplo la psicóloga y abogada autora de esta carta a los obispos.
CARTA ABERTA AOS BISPOS DO BRASIL SOBRE PRÁTICAS HOMOSSEXUAIS DE PADRES COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, EM DIOCESES E ARQUIDIOCESES DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.
Excelências Reverendíssimas, Há mais de 30 anos, como psicóloga e professora, tenho avaliado psicologicamente e/ou acompanhado clinicamente vocacionados, postulantes e formandos de instituições religiosas, além de conviver neste meio desde a minha tenra infância. Posso afirmar que a prática do homossexualismo no seio da Igreja (seja militantemente declarada, seja vergonhosamente dissimulada) NÃO É algo isolado nem encapsulado. Em se tratando de clérigos, estamos diante de um doentio e perverso estilo de vida com efeitos ainda mais perniciosos, os quais se projetam para além da vida privada de tais indivíduos destruindo a vida de crianças e jovens – vítimas desconsideradas pela hierarquia da Igreja em favor de tais degenerados morais.
A NATUREZA PSICOBIOLÓGICA DA SEXUALIDADE Não é possível separar a Sexualidade dos outros biopsicoprogramas de Sociabilidade, Religiosidade e Busca da Transcendência. Intrínsecos à natureza humana, tais aspectos são profundamente interligados e, no indivíduo, se comunicam e se influenciam mutuamente. Pressupor que impulsos e práticas sexuais fora da castidade (uso correto do sexo) não interferem na sanidade, equilíbrio e maturidade daqueles que estão na vida religiosa, sacerdotal e pastoral é o mesmo que “tentar ao Senhor teu Deus”, no sentido de negar a condição humana na sua impotência diante da escravidão imposta pela patologia psicológica e moral do homossexualismo. Não é preciso ser Bispo para reconhecer a perversidade de tais desequilíbrios, qualquer um pode fazê-lo, mas é preciso acreditar que Deus existe e é o escritor da carga genética da natureza humana para fazer sentido usar mitra e fazer valer tal Ordem sacramental. Sendo pecado mortal a fornicação e o adultério, que atendem, embora desarmonicamente, programações da afetividade e sexualidade planejadas por Deus, tolerar, permitir ou executar atos e inclinações fora da natureza, ou de algum modo tentar gerar simpatia e leniência por eles, é pecado mortal agravado. O pecado grave estando na soberba de, livremente, se opor à vontade de Deus, na ordenação que deu a todas as coisas.
A CARGA GENÉTICA E A NORMALIDADE SEXUAL A sexualidade anormal, especificamente, no que se refere ao homossexualismo e à pedofilia, assim o é no quanto desrespeita a Norma estabelecida no DESIGN BÁSICO do ser humano, na sua carga genética, escrita com bases púricas e pirimídicas, em código genético no DNA (que é o “papel” onde as mensagens de Deus estão “inscritas”), existente no interior de cada uma das 100 trilhões das células que compõem o corpo humano, definindo, entre outras coisas, que ou se é homem ou se é mulher – tal definição, encontrando-se no par cromossômico número 23, resulta em que, se na concepção este par for XX, teremos uma mulher, ao passo que se for XY o Ser em formação já será um homem, física e psicologicamente, até no fio do seu cabelo. Vale registrar que, até o momento, a ciência já identificou pelo menos 6.500 diferenças genéticas entre os sexos.
A FUNÇÃO TELEOLÓGICA DA SEXUALIDADE É A REPRODUÇÃO Como já referido, a sexualidade humana tem natureza psicobiológica, isto é, predeterminada genética, anatômica, fisiológica e metabolicamente, que se traduz, na sua configuração estrutural e dinâmica, na forma como a mente, psique (ou a alma, no sentido aristotélico do termo), deverá vivenciá-la, a fim de que sua função teleológica, que é a reprodução e manutenção da espécie, seja atingida. Claro que a função principal da sexualidade (reprodução) é complementada pela função de comunicação e facilitação de melhores condições ao exercício do cuidado parental, condição sine qua non ao desenvolvimento humano saudável, o que a Igreja sempre reconheceu. Deste modo, não existe, nem poderia existir, base psicobiológica para a alienação chamada Ideologia de Gênero, nem muito menos para a patológica e mentirosa transição de gênero. Um homem jamais pode “transitar” do masculino para o feminino, mas somente se transformar numa caricatura grosseira e artificial de aspectos femininos, de modo superficial e profundamente desarmônico. Cada uma de seus trilhões de células continua 100% XY e toda formatação de seus órgãos, seus processos metabólicos e psicológicos daí decorrentes continuam por trás de ridículos disfarces.
À GUISA DE ILUSTRAÇÃO Tomemos a prática homossexual passiva em homens: trata-se de uma profunda distorção da senso-percepção, que leva um homem a desejar, e realizar, atos pseudosexuais, no caso, o coito anal – utilizando o órgão excretor de fezes para obter uma sensação substitutiva de prazer e atribuindo-lhe um caráter sexual, tal qual uma
alucinação psicótica. Sensação esta que, para se disfarçar de prazer, necessita da estimulação da próstata para que se complete a ilusão psicológica de um ato sexual. Ocorre que a estimulação prostática para gerar este efeito “prazeroso” precisa ser de tal forma traumática que acaba por se tornar fator de risco para câncer, por exemplo. Assim como tal prática se torna uma porta de entrada para infecções graves, como a endocardite bacteriana, ou o agravamento de hemorróidas, além da transmissão de doenças venéreas, para citar algumas. Isto porque, o atrito entre o pênis e as camadas celulares do reto, que tal ato implica, causa, primária e naturalmente, por razões anátomo fisiológicas, a sensação de dor, além de alto risco de lesões e infecções, incluindo rompimento de vasos sanguíneos, em função de tais camadas celulares não possuírem muco lubrificante adequado. Diferentemente das camadas que compõem o canal vaginal cujo muco lubrificante, além de lubrificar, protege o organismo contra infecções por sua ação bactericida, as camadas celulares do reto não dispõem de tal proteção já que foram projetadas para receber movimentos centrífugos e não centrípetos (isto é, de dentro para fora e não de fora para dentro). E, sendo altamente vascularizadas, ao se romperem inúmeras bactérias são jogadas na circulação geral. Pasmem, Excelências! Outra prática nojenta e atentatória à dignidade de crianças e jovens é o sexo oral, praticado até em sacristias, antes e depois de missas. Infelizmente, tais referências estão presentes em relatos de vítimas. Todavia, o MAL que tais desequilíbrios produzem vai muito além das lesões corporais e doenças venéreas fruto de tal promiscuidade sexual.
A DESQUALIFICAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA Expressam-se também e, talvez até mais frequentemente, através de uma agressividade destilada em ironias, em “brincadeiras” e insinuações maldosas desqualificadoras da nobreza e da dignidade humanas, ou na triste realidade de padres frequentarem saunas até aos domingos(!), tão características da conduta de homossexuais infiltrados em Dioceses e Arquidioceses. Tais condutas desastrosas sempre ultrapassam os limites da vida dos padres/bispos e da área de influência da “patota” da qual seja membro. E se afastasse um só deles da Vida Eterna, já seria inaceitável.
PEDOFILIA NA IGREJA É, DE FATO, HOMOSSEXUALISMO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Práticas homossexuais com crianças e adolescentes perpetradas por clérigos católicos têm sido mal classificadas como pedofilia no âmbito da Igreja, desviando o foco do
que acontece na realidade, quiçá, para camuflar estatísticas, confundindo o plano jurídico de uma tipificação penal (crimes: estupro de vulnerável – Artigo 217-A; Corrupção de menores – Artigo 218; Satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente – Artigo 218-A; todos tipificados no Capítulo “Dos crimes sexuais contra vulnerável” do Código Penal Brasileiro) com a dimensão fática psicopatológica e moralmente pervertida do que acontece no seio da Igreja, onde maciçamente os clérigos estão envolvidos, homossexualmente, com meninos e rapazes. Como tem se dito, a nível internacional, “o escândalo de abuso sexual na Igreja Católica é primariamente de predação homossexual, perpetrada por clérigos adultos (às vezes, clérigos idosos) contra homens” púberes e pós-púberes. Entre as características do homossexualismo também presentes na pedofilia (do ponto de vista psicopatológico) destaque-se que, no indivíduo com tais problemas, um medo patológico o faz buscar o serviço sexual de alguém que não o assuste, em relação a quem possa exercer um domínio, por não acreditar que possa vivenciar a forma amadurecida da afetividade e da sexualidade, o que inclui necessariamente um envolvimento pessoal e só poderá existir entre pessoas de sexos diferentes com a devida maturidade física e psicológica. Em ambos os casos, trata-se de egoísmo e ódio assassinos que destroem a inocência de crianças e adolescentes, perturbando o desenvolvimento psicossexual de tais vítimas e contribuindo para a decepção e descrença de pessoas com uma fé incipiente ou fraca. Impossível aceitar que padres e bispos possam ser, diabólica e desnecessariamente, caminho para destruição de valores cristãos ou, mesmo, valores simplesmente humanos, e se dizerem crentes no fato de que Deus existe, que a vida é eterna, que Jesus está verdadeiramente no pão e no vinho transubstanciados no Corpo e Sangue de Cristo, através de suas mãos no momento da consagração das espécies, etc. Como disse alguém, tal abominação até parece uma prova empírica da existência do Demônio, no sentido metafísico, de uma existência substancial no plano do espiritual que age interferindo em nossa realidade pessoal e social, e não apenas metaforicamente falando do mal dentro do ser humano.
DEGENERAÇÃO PROGRAMADA IDEOLOGICAMENTE Situação esta que, infelizmente, não se trata de um movimento espontâneo da degeneração humana, mas foi e tem sido cultivada e fomentada no seio de certas dioceses e arquidioceses, dentro da linha de tentativa de destruição da civilização ocidental, em sintonia executiva com enormes ONGs e Fundações internacionais
ocultas, para quem a Igreja Católica sempre foi considerada como inimiga e o principal obstáculo à definitiva implantação de tal império do mal, através da homossexualização da sociedade, da promoção do aborto e destruição da família. Acrescente-se a tais manipulações, a clara reação neurótica, quiçá psicótica, de fuga para não se confrontarem com seus conflitos intrapsíquicos mais profundos, que muitos homossexuais, ditos católicos, apresentam. Buscam sempre desqualificar quem tenha uma clara posição sobre o assunto, talvez porque temam se deparar com a situação em que seus argumentos caiam por terra, diante da menor contraargumentação lógica ou científica, ou ainda, quando confrontados com o Evangelho e a doutrina católica e cristã, caso enfrentassem o debate com o mínimo de honestidade intelectual.
“COBERTURA” INADMISSÍVEL NUMA EXECRÁVEL LÓGICA CORPORATIVISTA Lamentável a insensível, ineficaz e mesmo alienada, quiçá, cúmplice, conduta de superiores de Ordens e/ou Congregações e de bispos, em “dar cobertura” a estes doentes mentais, perversos, safados contumazes e pessoas de péssimo caráter, não apenas “transferindo-os” de paróquias, mas também os protegendo, numa execrável lógica corporativista, sem a menor consideração pelas vítimas de tais criminosos. Esta triste situação tem sido denunciada por cardeais e bispos, como os Cardeais Gerhard Müller e Walter Brandemüller e Bispo Dom Athanasius Schneider, quando falam claramente sobre “redes homossexuais clericais”. De forma contundente, o Arcebispo Carlo Maria Viganó, ex-Núncio Apostólico para os Estados Unidos da América escreveu aos Bispos daquele país, exortando-os a serem pastores corajosos e não ovelhas assustadas, quando lhes disse: Escrevo-lhes para recordar-lhes o mandato sagrado que vocês receberam no Dia de sua ordenação episcopal: guiar o rebanho de Cristo. Meditem em Provérbios 9:10: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria!”Não se comportem como ovelhas assustadas, mas como pastores corajosos. Não tenham medo de falar abertamente e fazer a coisa certa pelas vítimas, pelos fiéis e pela sua própria salvação. O senhor dará a cada um de nós conforme as nossas ações e omissões. (13.nov.18) – grifo nosso. E, mesmo que não houvesse autoridade eclesiástica com a hombridade de denunciar tais iniquidades, esta é uma verdade que, se necessário, até as pedras falariam.
É POSSÍVEL REVERTER TAL ESTADO DE COISAS Acredito, juntamente com muitos outros, que se pode mudar tal estado de coisas. E a hora é agora. Existem muitos leigos (profissionais cristãos especialistas em medicina, psiquiatria, psicologia, filosofia, direito etc), que, juntamente com padres e bispos, há anos se coordenam em grupos, para analisar, estudar e elaborar modelos filosóficos, científicos e de ação, a fim de colaborar com este plano de Deus, o que, na minha humilde formulação, seria a volta à ordem natural criada e sustentada por Ele (Última e Eterna Aliança em face do Pecado Original), apesar das infidelidades dos bispos, padres, religiosos e leigos católicos. Por que não aproveitar esta providência divina? Santo Agostinho, quando enfrentou os bárbaros e não abandonou Hipona, disse que Deus nunca havia desistido dele. Acredito que a Igreja é sustentada pelo Espírito Santo, sendo uma instituição sobrenatural com esta dimensão atemporal e inquebrantável Aliança com o Criador.
A IGREJA CATÓLICA NÃO É UMA ONG Não se pode reduzi-la a uma ONG de promoção social – especialmente, com o significado concreto que tal expressão assumiu nos últimos tempos, qual seja, de ser instrumento do marxismo cultural gramscista, o qual, em última análise, utiliza o esvaziamento da nossa Igreja, instituída pelo próprio Jesus, naquilo que lhe é próprio (sua dimensão sacramental, o tesouro da sua tradição litúrgica, sua doutrina etc.), como forma de melhor dominar uma sociedade imbecilizada, em vistas à revolução anticristã que está em curso. De que servirá o sal se ele perder a sua força, senão para ser calcado aos pés?
O SAL DA TERRA E A LUZ DO MUNDO “VÓS SOIS O SAL DA TERRA”, disse Jesus dirigindo-se a nós cristãos, especialmente, aos que atenderam ao chamado e, de forma genuína ou apenas pretensamente, aderiram à vocação religiosa e sacerdotal, penso eu. Infelizmente, a mediocrização que grassa no clero de muitas dioceses e arquidioceses é decepcionante. Às vezes, sob a forma de uma flagrante limitação intelectual e/ou ignorância de assuntos fundamentais para quem quer que pretenda assumir a responsabilidade de orientar outras pessoas. Mas, na maioria das situações, por ignorância arrogante e preguiça intelectual. Tal estado de coisas, só é menos desalentador que a má fé, vida dupla, esquizofrenia moral, bandidagem, e o lamaçal em que muitos clérigos estão atolados até o pescoço.
O JUÍZO QUEM FAZ É DEUS A análise aqui é operacional da conduta. O Juízo quem faz é Deus. Mas talvez valha lembrar que muitos destes padres e bispos, acordarão depois da morte, quiçá, com sua alma ardendo em desespero, tal qual descrito na Divina Comédia de Dante. Em linguagem simbólica, conceitos doutrinários como Diabo, Inferno, etc., no mínimo psicologicamente, traduzem com maestria, esta intuição, a qual, tendo sido, outrora, muito tempo ensinada pela Igreja, ultimamente, parece estar sendo objeto de rechaço por padres/bispos como algo herético ou um “fundamentalismo” a ser neutralizado, dentro da crescente secularização e transformação da Igreja em uma mera ONG política.
SE O INFERNO EXISTIR, EXISTE! Um simples raciocínio lógico é suficiente para concluirmos que, mesmo que tais embusteiros não creiam na transcendência e na eternidade da vida restaurada por Jesus Cristo, se o Inferno existir, existe! (e, deve ser quente). Qualquer cosmovisão que leve em conta a dimensão transcendental, e busque verdadeiramente o RELIGARE, para o que a religião pretende ser caminho, é melhor e mais eficaz que a mais inteligente argumentação política ou ideológica apenas, pois atende mais profundamente às aspirações e necessidades humanas. Infelizmente, em muitas dioceses/arquidioceses impera um reducionismo perverso que faz tudo para transformar uma instituição transcendente, a Igreja Católica Apostólica Romana, em apenas mais uma organização não governamental para promoção social, descurando de seu verdadeiro mister que é cuidar da salvação de almas, o que não a impede de socorrer os que necessitam, obviamente.
JUSTIFICAÇÕES LEGALISTAS E TERGIVERSAÇÕES Assim, mais do que justificações burocráticas, legalistas, que tergiversam para questões menores, formais, é necessário que a Igreja, através de seus bispos e padres, corte na própria carne para extirpar este tumor maligno que a comete. Isto implicando uma adequada “DES-alienação” e libertação de uma mentalidade e atitude fugitiva, para não dizer, covarde e parasitária, presente em vários bispos e arcebispos, que usam uma linguagem vaga, ambígua, tangencial para não ir ao núcleo básico do problema e tomar as providências que lhes cabem implementar, seja na seleção, seja na formação de seminaristas e padres, na escolha de reitores de
seminários, etc. – quanto à Normalidade Sexual, Ideologia de Gênero, Linguagem não verbal e Liturgia, fidelidade ao Evangelho e à doutrina católica, etc.
SALGANDO O SAL Saibam que podem contar com a colaboração gratuita e desinteressada de muitos cristãos nesta árdua tarefa de reconstrução da nossa Igreja, Projeto que tem sido chamado por alguns de nós, sem qualquer pretensão, de “Salgando o Sal”, inspirado no título de trabalho homônimo de autoria do Prof. Dr. Lamartine Hollanda Junior, psiquiatra com 60 anos de experiência clínica e conhecimento largo e profundo de tais questões desde sua participação na Ação Católica nos anos 50/60. Talvez esta provação, pela qual passam certas dioceses e arquidioceses, possa ser a oportunidade que Deus está nos dando de assumir o que Ele nos pede, mesmo depois de cegos, como Sansão. A quem muito foi dado, muito será pedido! Deus os ilumine! Cordialmente, Margarida Félix Psicóloga e Advogada, Especialista em Violência Doméstica contra Criança e Adolescente – USP-SP, Av. Rui Barbosa, 1654 – Graças – Recife – PE – e-mail: margarida.felix@uol.com.br – Cel. 81- 99272-4293.