A crise dos religiosos 2025, I (Annuario Pontificio 2026)

Já temos em nosso poder os dados do Anuário Pontifício de 2026 e os adiciono ao que foi publicado em anos
anteriores, que reproduzo incluindo ao final de cada instituto as cifras de 1 de janeiro de 2025.

Os religiosos eram um corpo numerosíssimo a serviço da Igreja. À qual deu santos sem número e
gloriosíssimos não poucos, missionários, teólogos, diretores de consciência, educadores, pregadores, monumentos de caridade… E universidades, asilos, hospitais, colégios… O mais seleto, dedicado, sábio, santo, estava ali.
O povo fiel os venerava, o Papa e os bispos tinham neles absoluta disponibilidade para o mais difícil. Até que… Há cinquenta anos, maldita primavera pós-conciliar, empreenderam uma corrida acelerada rumo ao abismo. Muito tempo se dissimulou. Eram um corpo vivo e numerosíssimo no qual as deserções, inumeráveis, e a morte, não manifestavam claramente a imensa ruína à qual hoje se chegou. Agora já é impossível ocultá-la. Estamos diante de cifras críticas. Que ainda são mais graves que o mero enunciado das mesmas. Porque o número total ainda é muito elevado. O verdadeiramente preocupante é que está em bastantes, podre. Com dois cânceres hoje já terminais em não poucos. O da secularização dos membros, sem oração, ascese, vida em comum, pobreza, castidade, obediência… E o da ancianidade. Deixaram de ser um corpo vivo, com renovação geracional, para se converterem em um clube de aposentados solteirões que contemplam ao que parece indiferentes como morrem irremissivelmente suas ordens e congregações.


Não sabem deter a gravíssima doença e o pior é que não querem reconhecê-la nem remediá-la. Muitos
superiores teriam que ter sido expulsos a pontapés há muito tempo. Por inúteis, todos, e por malvados não poucos. No entanto renovaram suas cúpulas suicidas sem a menor tentativa de retificação. Hoje já, em alguns casos, impossível. Que jovem vai entrar em um asilo de idosos sem ilusões nem futuro? Levo anos assinalando-o, sem resultado algum, salvo o ódio que me professam por pôr de manifesto o que é pura evidência, a meta segura à qual já estão tocando. Por muitos dissimulos e mentiras que tenham querido propagar. “Somos menos mas melhores”. Falsíssimo. Sois muitos menos e muito piores. Sois uma morte anunciada. E anunciada para muito em breve em não poucos.

Jesuítas: A Companhia de Jesus foi o navio-almirante das ordens religiosas. Onde todas se miravam e a que todas invejavam. Com inveja saudável. Milícia a serviço incondicional do Papa, até com um quarto voto, encontrava-se nos lugares de maior dificuldade, onde era necessária mais santidade, mais entrega, mais inteligência… Era a ordem mais numerosa da Igreja, com 9.000 membros a mais que os franciscanos e 13.000 a mais que os salesianos em seus momentos de auge. Em 1965 chegou a haver 36.038 jesuítas. O ano em que concluía o Concílio Vaticano II. Depois… A debandada.

Um ano e meio depois da última cifra consignada no Anuário Pontifício de 2014 que se fecha a 1 de janeiro do ano anterior para estes efeitos, podemos dar por seguro, que já perderam o patamar dos 17.000, escrevia então. E a este passo, que parece irreversível, em três anos serão menos de 16.000. Isso não se resolve com a renúncia anunciada do P. Geral. Por obrigada que seja dada sua incapacidade. Ao que teriam que renunciar é ao seu atual modo de vida. Mas antes mortos que observantes. O conjunto dos maiores de 80 anos aumenta em cada anualidade. Com o consequente incremento de falecimentos. Esta maravilhosa primavera eclesial lhes fez perder mais da metade de seus efetivos: o 52%.

A 1 de janeiro de 2014 eram já só 17.008. No ano perderam 279 jesuítas. Com o que a perda subiu já ao 53%. E em três ou quatro anos terão descido dos 16.000.

Temos já os dados a 1 de janeiro de 2015. Perdeu-se o patamar dos 17.000. Já são só 16.740. Em um ano são 268 menos. E um ano mais velhos. Já as perdas alcançam o 54%

Um ano depois, a 1 de janeiro de 2016, já só restavam 16.378. Tinham perdido 362 jesuítas. O declínio vai em queda livre e acelerado. Mas o de sempre, Cada vez menos e mais velhos. Hoje, 15 de maio de 2017, disse então, igual são já menos de 16.000- O ano que vem, seguro. E na Espanha devem ser já menos de mil. Pois como para que a Sosa cáustica siga nessa linha. Já perderam o 55% dos que foram.

Já em nosso poder os dados a 1 de janeiro de 2017, 16.088. 290 menos que o ano anterior. Um ano e meio depois desses dados, ao finalizar junho de 2018 que são já menos de 16.000.
Dizíamos também que os espanhóis devem ser já menos de mil. Com o que significaram os jesuítas na Espanha. Mais de três mil a meados do século XX. Pois sim, já são menos de mil e é muito possível que ao acabar 2018 sejam menos de novecentos ou apenas superando esse número. Uma tragédia .Embora se vão ser como a sosa cáustica, melhor que desapareçam. A diminuição em relação à sua cifra máxima está já no 56%.

Como estava cantado o 1 de janeiro de 2018 desceram dos 16.000, em um ano perderam 246 religiosos e já só restam 15.842. Em relação aos que foram em 1965 deixaram na gatera nada menos que 20.196 religiosos. Desapareceu já o 57% da ordem e isso não se para.

Em relação à Espanha a situação é ainda muito pior, dos três mil que chegaram a ser superada a metade do século passado, hoje devem restar menos de oitocentos com o que desapareceu o 75% do instituto. Desses oitocentos uns quatrocentos devem superar os oitenta anos e cento e cinquenta mais os setenta. Cada ano ingressam dois ou três, que não perseveram todos, e morrem cinquenta ou mais. Pois já me dirão o futuro espanhol a curto prazo e o geral a mais longo.

Outra clara mostra da decadência da ordem inaciana nos dá o número de casas que mantinha. O 1 de janeiro de 2010 creio que chegaram a seu número máximo, embora em membros já tinham descido a 18.139. Entre casas, residências, paróquias, colégios, noviciados, teologados… chegaram a ter abertos 1.782 lugares. Não deixa de ser curioso, embora fosse geral com todos os institutos religiosos que quantos menos eram mais casas abriam. Essa fuga para frente naturalmente era insustentável e 2010 marcou o ponto de inflexão. Em 2011 fecharam já 27 casas, 1.755. Em 2012, 34 mais, 1.721. Um ano depois precipita-se a queda fechando-se 85 casas, 1.636. O 1 de janeiro de 2014 tinham-se clausurado 38 mais, restavam 1.598. Um ano depois tinham-se perdido outras 26 casas, restavam já 1.572. Um ano mais e 31 casas menos, o 1 de janeiro de 2016 , 1.541. Afundamento que não se detém, o 1 de janeiro de 2017, outras 41 que se clausuram, restam 1.500. Um ano depois não se clausura nenhuma e seguem as 1.500 mas isso era insustentável e o 1 de janeiro de 2018 voltam a fechar-se outras 23 e, perdido o patamar das 1.500 restam já 1.477.

Segundo os últimos dados, o 1 de janeiro de 2019 já eram só 15.591, 251 menos que o ano anterior e as casas tinham baixado a 1.262, com uma queda espetacular de 215 fechamentos. A perda de membros segue no 57%
O 1 de janeiro de 2020 continua a sangria: tinham baixado a 15. 306, 285 menos que um ano antes. As casas tinham baixado também a 1.250, 12 menos que um ano antes. A diminuição subiu ao 58%

O 1 de janeiro de 2021 restavam já só 14.839 religiosos. Em um ano ficaram na gatera 467 jesuítas. Que hoje, ano e meio depois, devem ter perdido já a referência dos 14.500. O número de casas aumentou no entanto a 1.266. Pois se há mais casas e menos jesuítas é claro que há menor número de jesuítas em cada casa salvo nos geriátricos. A diminuição é já do 59%. 

Péssimos os últimos dados de 1 de janeiro de 2022, desapareceram 400 jesuítas.  Restam 14.439 e as casas são já só 1.248. Em 22 anos fecharam 568 casas e desde 1965 evaporaram-se 21.599 jesuítas. A diminuição de efetivos é já do 60%.

O 1 de janeiro de 2023 atenuou-se algo a diminuição. Perderam em um ano 244 jesuítas  com o que restam 14.185 a primeiros de janeiro do ano 2023. Com o que podemos dar por seguro que a fins de abril de 2024 perderam já o patamar dos 14.000. Mas não façamos conjeturas e sigamos com as cifras reais: a diminuição dos jesuítas é já do 61%%

O 1 de janeiro de  2024 tinham perdido já o patamar dos 14.000 eram 13.995, 190 menos que um ano antes, a perda de membros é do 62%

O 1 de janeiro de 2025 restavam só 13. 768, 227  menos que um ano antes. Seguem no 62% dos  que foram. As localizações perdidas foram 22; 1.290  em 2024 e  1.190 em 2025

Salesianos: A congregação fundada por aquele grande santo que foi Dom Bosco e que prestou extraordinários serviços à Igreja na educação da juventude mais necessitada, superou não faz muito os franciscanos e é hoje o segundo instituto masculino mais numeroso. Sua cifra mais alta alcançaram em 1967 com 22.810 salesianos.

A 1 de janeiro de 2013, eram 15.536. Com uma perda de 47 religiosos em relação ao ano
anterior. Se conservam esta moderada linha decrescente em não muitos anos superarão os jesuítas
convertendo-se na congregação mais numerosa da Igreja. Deixaram na gatera 7.274 salesianos o que supõe uma perda do 33% de seus efetivos. Pelo que vamos ver, uns privilegiados. O peso da idade também vai se fazendo notar nas mortes pelo que no último ano descenderam em 156.

A 1 de janeiro de 2014 eram 15.378. Ainda seguem em um 33% de perda.

A 1 de janeiro de 2015 eram 15.270. 108 menos que um ano antes. A perda subiu um ponto situando-se em um 34% .

A 1 de janeiro de 2016 tinha baixado já a 15.033, hoje é possível, diria que seguro, que sejam já menos de 15.000, 137 menos que o ano anterior. A diminuição sobe um ponto: o 35%.

Pois efetivamente os salesianos que tinham mantido uma redução contida se juntam à linha geral. O 1 de janeiro de 2017 restavam já 14.884, 149 menos que o ano anterior. Embora sigam no 35% de perda que dentro de sua tragédia parece um dado ótimo.

O 2017 não lhes veio muito mal pois só perderam 89 salesianos, eram 14.795 o 1 de janeiro de 2018, perdem o 36%.

A 1 de janeiro de 2019 tinham aumentado a 14.932. Estão já a só 659 religiosos dos jesuítas e
aumentaram em 137 efetivos. Continuam no 35% de perda. Se esta tônica tivesse se mantido até hoje, o que não podemos saber, escrevíamos o ano passado, os salesianos seriam já a ordem mais numerosa da Igreja.

Pois já sabemos que de momento com os dados do 1 de janeiro de 2020 não alcançaram os jesuítas embora tenham reduzido algo a distância. Agora estão a 539 religiosos de distância. Os salesianos eram 14. 767, 165 menos que o ano anterior. A diminuição é do 36%.

O 1 de janeiro de 2021 restavam já só 14.354, 413 menos que o ano anterior. A diminuição é do  38%. A diferença com os jesuítas segue reduzindo-se agora é só de 413 religiosos.

O 1 de janeiro de 2022 tinham baixado a 14.143, 211 menos que um ano antes. A diminuição segue no 38% e a vantagem que levam os jesuítas é já só de 219 religiosos. Com o que é possível que em um par os salesianos passem a ser a congregação mais numerosa da Igreja arrebatando esse posto aos jesuítas.

O 1 de janeiro de 2023 restavam 14.018 salesianos, 125 menos que um ano antes, A diminuição é já do 40%. E segue diminuindo sua diferença por arrebatar aos jesuítas a condição de ser o instituto mais numeroso da Igreja. Afirma são já só 177 religiosos menos

O 1 de janeiro de 2024 eram 13.694, 413 menos que um ano antes. A perda de salesianos é do 41%. E a distância aos jesuítas que cada ano diminuía agora aumentou a 390

O 1 de janeiro de 2025 restavam 13.605, 89 menos que um ano antesA diminuição segue no 41%. E já estão só a 163 religiosos de distância dos jesuítas.

Franciscanos: É a terceira ordem mais numerosa da Igreja depois de ter perdido recentemente o segundo posto Chegaram a ser 27.136 em 1963 e a 1 de janeiro de 2013 restavam 14.043, com perda de 80 em relação à mesma data do ano anterior. Perderam o 47% dos frades.

Até o dia de hoje, dizíamos aquele ano, podemos dar por seguro que são já menos de 14.000. Pois não nos equivocamos muito já que a 1 de janeiro de 2014 eram 14.046 três mais que o ano anterior. A perda se mantém pois no 47% de seus membros.

Esse incremento levíssimo de 2013 a 2014 foi andorinha que não fez verão. O 1 de janeiro de 2015 eram já só 13.632, com o que nessa anualidade ficaram na gatera nada menos que 414 frades. Com o que a porcentagem de perdas eleva-se em três pontos sendo agora o 50% dos que foram. Verdadeiramente um annus horribilis.

E não melhoram em relação ao ano anterior com os dados do 1 de janeiro de 2016. Já só eram 13. 513. Em um ano perderam-se 119 frades. Estão no 51% de perdas.

E o declínio continua, o 1 de janeiro de 2017 tinham descido a 13.348, 165 frades menos que o ano anterior. Hoje, dizíamos, devem estar muito próximos a perder o patamar dos 13.000 e com a metade, mais ou menos, octogenários. Embora sigam em uma perda do 51%

O 1 de janeiro de 2018 deixam 31 frades mais, 13.337, Seguem no 51%

O 1 de janeiro de 2019 são 13.149, 188 menos que o ano anterior. Perderam já o 52% da Ordem. E não é arriscado supor que hoje são já menos de 13.000.

Pois não era arriscado supô-lo já que o 1 de janeiro de 2020 só restavam 12.726 frades, 423 menos que um ano  antes. A perda é já do 54%

O 1 de janeiro de 2021 restavam 12.476, 250 frades menos que um ano antes, a perda é do 55% da Ordem. 

O 1 de janeiro de 2022 restavam 12.186 frades, 290 menos que um ano antes. Supõem uma diminuição do 55%

O 1 de janeiro de 2023 eram 12.169, 17 menos que um ano antes. A diminuição é do 56%

O 1 de janeiro de 2024 eram 11.984, 185 frades menos que um ano antes. . Seguem no 56%

O 1 de janeiro de 2025 restavam só 11.468, 516 frades menos que um ano antes. A perda é já do 57%

Beneditinos: Conseguem sua cifra máxima em 1963 com 12.131 monges. A 1 de janeiro de 2013 eram já somente 7.236 mas tinham ganho sobre a mesma data do ano anterior 5 monges. Ficaram pelo caminho um 41% dos que chegaram a ser. Deus queira que se consolide esse mínimo incremento e que vá recuperando embora seja tão lentamente.

Pois não se consolidou o incremento. A 1 de janeiro de 2014 eram 7.079, 157 menos que o ano anterior. Com o que a perda subiu ao 42%.

E a um de janeiro de 2015, 6.970, com uma perda de 109 monges nessa anualidade. A perda de efetivos já é do 43% dos que foram. Um ponto mais que na anualidade anterior.

A 1 de janeiro de 2016 seguiam descendo: 6.865. E Montserrat não parece ser um viveiro da ordem. Antes uma rémora. Em um ano perderam 105 monges. Já estão no 44% de diminuição.

Pois um ano mais sem sintomas de recuperação. O 1 de janeiro de 2017 já restavam só 6.725. Cento e quarenta monges menos que o ano anterior. A perda é já do 45%.

O 1 de janeiro de 2018 são 6.636, oitenta e nove menos que o ano passado. A diminuição sobe ao 46%

O 1 de janeiro de 2019 espetacular remontada, 6820 monges. 184 mais que o ano anterior. A perda desce ao 44%
O 1 de janeiro de 2020 há uma leve correção de tão espetacular remontada, são 6.802, 18 menos que o ano anterior. Seguem no 44%
O 1 de janeiro de 2021 são 6.667, 135 menos que um ano antes. A perda regressa ao 46%

O 1 de janeiro de 2022, 6.655, 12 menos que um ano antes. Seguem no 46%

O 1 de janeiro de 2023 tinham baixado a 6.486, com um descenso de 169 monges. A perda é do 47%

O 1 de janeiro de 2024 eram 6.382, 104 monges menos. O 48%

O 1 de janeiro de 2025 restavam 6.124, 258 monges menos que um ano antes. A diminuição é já do 50%

Incorporo os dados da Congregação Sublacense Casinense, dentro dos beneditinos, que é a que pertence Montserrat. Em janeiro de 2015, eram 1.343. Em 2016, 1.267. Em 2017, 1.283. Em 2018, 1.245. E em 2019, 1.248, em 2020, 1.296; em 2021, 1.260; em 2022, 1.323; em 2023, 1.256; em 2024, 1.268; em 2025, 1.252

Os de Solesmes (Silos, El Valle) eram 589 em 2020; 576 em 2021; 563 em 2022; 547 em 2023: em 2024, 523; em 2025, 531

 

 

Capuchinhos: Sua cifra máxima foi de 15.849 frades em 1963. A 1 de janeiro de 2013 restavam 10.659 com uma perda em relação ao ano anterior de 127 frades. Diminuíram em um 33% em relação à cifra máxima que alcançaram.

A 1 de janeiro de 2014 eram 10.229, com perda de 30 frades. Com o que a perda é já do 36%.

A 1 de janeiro de 2015 tinham aumentado a 10.598. 369 frades mais. Verdadeiramente foi um ano espetacular. E em relação à sua cifra máxima, os efetivos são agora o 34%
As últimas cifras, de 2016, apontam um leve retrocesso: 10.572. Seguem parecendo uns privilegiados. Uma diminuição de 26 frades e em uma ordem numerosa com não poucos anciãos me parece quase de matrícula de honra. Seguem em um 34% de diminuição que para o que estamos vendo é muito bom porcentagem.

O 1 de janeiro de 2017 havia 10.538 capuchinhos. Apenas 34 menos que o ano anterior. Levíssima diminuição
embora creia que nisso tenha muito pouco a ver a Espanha. A diminuição continua no 34%. Resultado aceitável..

O 1 de janeiro de 2018 perdem outros 43 frades. Restam 10. 495. A diminuição é do 34%

O 1 de janeiro de 2019 tinham baixado a 10.461, 34 menos, perda do 34%.

O 1 de janeiro de 2020, 10.349, 12 menos que um ano antes, diminuição do 35%

O 1 de janeiro de 2021, 10.355, 6 mais que um ano antes. seguem no 35%

O 1 de janeiro de 2022 têm uma diminuição notável, desaparecem 234 frades, restam 10.121. A diminuição sobe ao 37%

 O 1 de janeiro de 2023 perdem-se 141 frades, restam 9.980. A diminuição sobe ao 38%

O 1 de janeiro de 2024 perdem 186 frades: 9.794. O 39%

O 1 de janeiro de 2025 restavam 9.685 frades, 109 menos que um ano antes . Seguem no 39% de diminuição

 

Dominicanos: Em 1963 eram 10.150 restando a 1 de janeiro de 2013, 6.058. Embora sejam 111 frades mais dos que havia um ano antes. Se bem a situação dos dominicanos espanhóis é péssima e levam caminho de desaparecer da pátria de seu fundador, em algumas outras províncias fizeram-se notáveis esforços por restaurar a vida conventual e parece que começam a ver-se resultados. De todas m

aneiras o afundamento é muito notável e perderam o 41% de frades. Parecia que se confirma a leve recuperação da ordem. Que curiosamente coincide com o restabelecimento da vida conventual, do hábito… em alguns lugares.

A 1 de janeiro de 2014 eram 6.135, 77 mais que o ano anterior. E em porcentagem a perda reduziu-se em um ponto. Agora são o 60 por cento dos que foram pelo que perderam o 40% dos frades.

Mas os maus dados voltam. A 1 de janeiro de 2015 já eram só 5.769. com uma diminuição de 366 dominicanos. O 44% dos que tinham chegado a ser.
Os dominicanos, nesta debacle geral, estão conhecendo um leve mas promissor repunte. A 1 de janeiro de 2016 eram já 5.810. Graças às comunidades que atraem vocações. E que a não poucos dominicanos espanhóis parecem do pior. O pior são eles. Que os frades tenham aumentado em 41 nestes dias de afundamento geral me parece uma ótima notícia. As comunidades prósperas carregam sobre si amortizar o afundamento geral das outras. E até o conseguem com superávit. Me parece um mérito extraordinário das mesmas. A perda reduziram ao 43%. Segue sendo muito elevada mas para o que há, um motivo gozoso. E aos agônicos espanhóis como para correr-lhes a gorrazos.

O 1 de janeiro de 2017 voltaram a descer: 5.742, 68 frades menos. A diminuição volta a ser do 44%

O 1 de janeiro de 2018 produz-se outro milagre, São 5 frades mais que um ano antes: 5.747. Há províncias que voltaram à observância e têm vocações. Nos Estados Unidos por exemplo. A diminuição segue no 44%

Seguem com leves aumentos o 1 de janeiro de 2019 no qual são 5.753. Seis mais que o ano anterior. Continuam  no 44% de diminuição.

O 2019 não foi nada bom pois a 1 de janeiro de 2020 tinham baixado a 5.647, 106 menos que um ano antes. A diminuição sobe um ponto, o 45%

O 1 de janeiro de 2021, eram já 5.545, 102 frades menos que um ano antes. A perda sobe um ponto, o 46%

O 1 de janeiro de 2022 foram 42 os frades desaparecidos, restando 5.503. Uma perda que segue no 46%

O 1 de janeiro de 2023 seguem diminuindo: 5.432. 71 frades menos que um ano antes. O 47% 

O 1 de janeiro de 2024: 5.369,  63 frades menos que um ano antes. O 48%

O 1 de janeiro de 2025 tinham baixado a 5.337. 32 frades menos que um ano antes. Seguem  no 48% de diminuição

 

Congregação da Missão (Lazaristas): Alcançaram sua cifra mais alta em 1969 com 6.284 religiosos. A 1 de janeiro de 2013 restavam 3.347 com uma perda de 344 em relação ao ano anterior. Perderam o 47% dos que foram e parece que sem emenda.

Pois algo de emenda tiveram. A 1 de janeiro de 2014 eram 3.383, 36 mais
que o ano anterior.

A 1 de janeiro de 2015 voltam os maus dados. Já só eram 3.365, 18 menos que o ano
anterior. A diminuição segue no 47%.
Como estes parecem um Guadiana que aparece e desaparece, ao iniciar-se 2016 eram 3.582. 217 mais que o ano anterior. Muitos me parecem mas isso diz o Anuário. Falsearam dados? Vão vocês saber. Mas se são verdadeiros a cifra é muito positiva. A perda reduziu-se ao 43%.

O 1 de janeiro de 2017 seguem aumentando pois são já 3.736, 164 mais que um ano antes. A redução é só do 41%.
O 1 de janeiro de 2018 perdem 43 religiosos restando 3.691. A diminuição é do 42%

O 1 de janeiro de 2019 são 3.600, com uma perda de 91 religiosos. É estranhíssimo este sobe e desce anual. Agora a diminuição é do 43%

O 1 de janeiro de 2020 toca seguir baixando. E muito. Restam 3.396. Desapareceram 204 religiosos. A perda é do 46%

O 1 de janeiro de 2021 continua o afundamento, são já só 3.166 os religiosos que permanecem, perdendo-se em um ano 230 lazaristas, a perda do instituto é já do 50%

O 1 de janeiro de 2022 perderam-se 67 religiosos, restam 3.099. Diminuição do 51%

O 1 de janeiro de 2023 continua o descalabro, são 65 os religiosos que se perdem, restam 3.034. A perda é do 52%

O 1 de janeiro de 2024:3.033, Perdem um religioso: O 52%

O 1 de janeiro de 2025 são 3.042. 9 mais que um ano antes. Acreditamos? Seguem no 52%

 

 

Agostinianos: Chegaram a ser 4.548 em 1967 e a 1 de março de 2013 apenas restavam já 2.818, embora fossem 8 mais que na mesma data do ano anterior. Perderam um 39% dos frades.

Pois voltam a descer. A 1 de janeiro de 2014 eram 2.785, 33 menos que o ano anterior Mantêm o 39% de perda de frades.

Péssimo o ano seguinte já que a 1 de janeiro de 2015 tinham baixado a 2.640, um descenso de 145 frades com o que a perda de membros chega ao 43%

.
São outros sobe e desce sem que eu saiba por quê. A 1 de janeiro de 2016 eram 2.665. Quisera que me explicassem. Não vejo o menor motivo para esse mínimo incremento. Antes para sua diminuição. Mas isso diz o Anuário.15 agostinianos mais. A perda reduziu-se ao 42% dos que foram

O 1 de janeiro de 2017 voltam a descer pois já só restam 2.646, 19 menos que o ano anterior,
com o que voltam a uma redução do 43%
E a tendência não varia o 1 de janeiro de 2018 pois desaparecem outros 18 agostinianos: 2.628. Seguem em
o 43% de diminuição
O 1 de janeiro de 2019 uma leve perda de 7 frades, restam 2.621. Seguem no 43%

O 1 de janeiro de 2020 descem a 2.616. Perderam 5 frades. A diminuição continua no 43%

O 1 de janeiro de 2021 são 2.500, 121 frades menos que um ano antes, A perda é já do 46%

O 1 de janeiro de 2022 continua a sangria, evaporaram-se 43 frades, restando 2.457. A perda é já do 47%

 O 1 de janeiro de 2023 seguem perdendo frades: 29. Restam 2.428. Continuam no 47%

O 1 de janeiro de 2024 eram 2.340.  88 frades menos que o ano anterior. O 49%

O  1 de janeiro de 2025 aumentam um frade: 2.341Seguem no 49%

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