Menesianos (Irmãos da Instrução Cristã): Em 1973 eram 1.773, quarenta anos depois restavam apenas 863 e eram 12 a menos que no ano anterior. Deixaram pelo caminho 52% dos seus religiosos. No mínimo. Pois certamente antes de 1973 eram mais. E o que digo dos menesianos vale para todos aqueles dos quais tomei como referência o ano de 1973. Continuam na sua descida ao abismo. Em 1 de janeiro de 2014 já eram 841. 22 a menos que no ano anterior. Já estão nos 54% de perda. A 1 de janeiro de 2015 tinham descido para 828, 13 a menos que no ano anterior. Embora a sua diminuição continue nos 54%
O ano transcorrido continua a indicar o seu caminho para o desaparecimento. Em 1 de janeiro de 2016 restavam apenas 804. Com isso, foram-se 24 irmãos. A perda já é de 55%
Em 1 de janeiro de 2019 eram 755, 18 a menos que um ano antes. A diminuição sobe para 58%
Em 1 de janeiro de 2020 tinham perdido 6 irmãos:749. A diminuição já é de 59%
Em 1 de janeiro de 2021 desaparecem mais 5 irmãos: 744. Continuam nos 59%
Em 1 de janeiro de 2023 foram 23 os irmãos desaparecidos, restam 721. A perda já é de 60%
Em 1 de janeiro de 2024 eram 16 a menos, 705. Os 61%.
Em 1 de janeiro de 2025 desaparecem mais 22 religiosos: 683. A diminuição do instituto sobe para 62%
Em 1 de janeiro de 2016 restavam apenas 4.075. Num ano desapareceram 257 irmãos. Hoje, escrevia em 2017, é já certo que perderam a marca dos 4.000. A caminho acelerado do desaparecimento. Já estão nos 72% de perda.
Cento e quarenta são os que se perderam em 2017 pois em 1 de janeiro de 2018 restavam 3.775. A diminuição continua nos 74%
A quebra agrava-se pois em 2018 perderam mais 179 religiosos.Em 1 de janeiro de 2019 restavam 3.596. Já se deixaram 76% do instituto
Em 1 de janeiro de 2021 restam apenas 3.329, perderam nada menos que 157 irmãos. A diminuição atinge 78% do instituto no mínimo.
Em 1 de janeiro de 2022 perderam-se mais 126 irmãos: 3.203. Os 79%
A 1 de janeiro de 2014 tinham descido para 1.107, com diminuição de 14 em relação ao ano anterior. A perda já está nos 54%. E a 1 de janeiro de 2015 eram 1.026, 81 a menos que no ano anterior. Com o que a perda de integrantes já é de 57%.
Em 1 de janeiro de 2016 perderam já a referência dos 1.000. Restavam apenas 997. A perda já é de 58%
Não se nota neles a menor melhoria, mas tudo o contrário. Em 1 de janeiro de 2017 eram já 965, 32 a menos que um ano antes. Já perderam 60% dos que foram em 1973 .
Em 1 de janeiro de 2018 continuam a descer. Restavam 925 irmãos, quarenta a menos que um ano antes. A diminuição sobe para 61%
Misteriosamente 2018 foi um ano maravilhoso em que aumentaram 21 irmãos: 946. Continuam nos 61%
Foi uma ilusão vã, em 1 de janeiro de 2020 perderam-se 30 irmãos. Restam 916. A diminuição é de 62%
Em 1 de janeiro de 2021 são 38 os irmãos desaparecidos, restam 878. A diminuição é pelo menos, referida a 1973, de 64%
Em 1 de janeiro de 2022 foram 23 os que ficaram pelo caminho: 855. Continuam nos 64 %
Em 1 de janeiro de 2023 são 7 a menos que um ano antes: 848. A perda é de 65%
Em 1 de janeiro de 2024 eram 37 a menos que um ano antes: 811. Já se deixaram 66%
Em 1 de janeiro de 2025 são 54 os desaparecidos: 794, 17 a menos que no ano anterior. A diminuição sobe para 67%
Filhos da Sagrada Família: Os membros da congregação fundada pelo catalão P. Manyanet eram 173 em 1973. Quarenta anos depois apenas tinham descido para 166. E eram 6 a mais que em 2012. Excelente resultado. E continuam a descer por agora moderadamente. A 1 de janeiro de 2014 eram 161, 5 a menos que no ano anterior. A percentagem de perdas continua a ser excelente para o que estamos a ver, 7%. Temo que se incrementará nos anos sucessivos. A 1 de janeiro de 2015 restavam apenas 148, treze a menos que um ano antes. Em congregações com tão poucos membros qualquer subida ou descida influi notavelmente na percentagem. A diminuição passou para 15%
Em 1 de janeiro de 2016 restavam apenas 141. Sete a menos que no ano anterior. Em congregações de tão poucos membros essas diminuições, embora pequenas, resultam muito preocupantes. Já estão num 19% de perda.
Em 1 de janeiro de 2017 precipita-se a quebra. Restam apenas 122. Dezanove a menos que um ano antes. A diminuição já é de 30% e muito mais grave dado o seu exíguo número.
Não se interrompe a descida, a 1 de janeiro de 2018 eram quatro a menos que um ano antes: 118. Perdem 32%
E dois a menos no início de 2019: 116. Diminuição de 33%
Em 1 de janeiro de 2020 são quatro a menos: 112. A perda é de 36%
Em 1 de janeiro de 2021 aumentam em 5 religiosos: 117 Será verdade? Os 33%
Em 1 de janeiro de 2022 voltam a aumentar, embora desta vez apenas em um: 118. Os 32%
Em 1 de janeiro de 2023 voltam a aumentar em um religioso: 119. Continuam nos 32%
Em 1 de janeiro de 2024 tem um incremento de 5 religiosos. sendo 124. Os 29%
Em 1 de janeiro de 2025 voltam as perdas e são 7 os religiosos perdidos: 117. Com o que voltam aos 33%
Pavonianos: Em 1967 eram 283. Em 1 de janeiro de 2013 já eram apenas 197. E tinham descido 5 em relação ao ano anterior. Perderam 31%. A percentagem seria bastante aceitável mas o número faz com que estejam em situação crítica. E continuam a descer. A 1 de janeiro de 2014 eram 194, 3 a menos que no ano anterior. E já estão nos 32% de diminuição. A 1 de janeiro de 2015 eram 192, 2 a menos que no ano anterior. Com o que a percentagem de diminuição já está nos 33%
Continuam em queda livre. Em 1 de janeiro de 2016 restavam apenas 180. Doze a menos que um ano antes. A perda já está nos 37%.
Em 1 de janeiro de 2017 restavam os mesmos embora um ano mais velhos. Continuam nos 37% de diminuição.
Em 1 de janeiro de 2018 eram 173, sete a menos que no ano anterior. A diminuição sobe dois pontos: 39%
Em 1 de janeiro de 2019, 172, apenas um a menos que um ano antes mas a perda sobe para 40%
Em 1 de janeiro de 2020 são 174, dois a mais que um ano antes. A perda desce para 39%
2020 veio mau e desapareceram 11 religiosos: 163. A diminuição sobe para 43%
Em 1 de janeiro de 2022 continuam nos 163 e nos 43%
Em 1 de janeiro de 2023 há 6 a mais: 169. Os 41%
Em 1 de janeiro de 2024 aumentam em 9 religiosos: e chegam a 178 com o que a perda se reduz em 3 pontos: os 38% Acreditamos?
Em 1 de janeiro de 2025 continuam a dizer-nos que continuam a aumentar e nada menos que em 7 religiosos mais, chegando a 185. Com o que, apesar da sua insignificância, a diminuição desce para 35%
Legionários de Cristo: Tiveram um crescimento espetacular pois eram 303 em 1966 e em 2009 tinham chegado a 2.273. Ter-se tornado pública a escandalosa vida do seu fundador e a intervenção pontifícia da congregação fez com que diminuíssem as vocações e se produzisse um bom número de abandonos. Em 2013 ainda restavam 1.888 com uma diminuição de 105 em relação a 2012. Recuperado já o governo da congregação e com novos estatutos, nas suas mãos está o futuro. Possivelmente tenham ainda uns anos de descida e depois deles dependerá.
A tremenda crise sofrida não se nota muito nos últimos dados pois a 1 de janeiro de 2014 ainda eram 1.818, com uma perda de 70 em relação ao ano anterior.
A 1 de janeiro de 2015 eram 1729, 89 a menos que na anualidade anterior. Essas baixas respondem muito mais a saídas que a falecimentos, passando não poucas delas a integrar-se no clero secular.
Ainda se continuam a notar os efeitos da gravíssima situação padecida mas penso que tendem a amenizar. Em 1 de janeiro de 2016 eram 1.650, 79 a menos que no ano anterior. Neste caso as novas vocações, que as têm, não têm tanto que amortizar os falecimentos como as saídas.
Em 1 de janeiro de 2017 desceram para 1.582, sessenta e oito a menos que um ano antes. As novas vocações ainda não cobrem as saídas, mais que os falecimentos ainda muito escassos numa congregação tão nova, mas penso que estão a superar a tremenda crise padecida. A diminuição dos últimos anos: 105, 70, 89, 79, 68, parece que vai atenuando-se.
E vai atenuando-se, em 1 de janeiro de 2018 apenas tinham perdido cinco membros em relação ao ano anterior: 1.577
Foi pior 2018 já que nele desapareceram outros 77 religiosos. Restam 1.500. A perda em relação ao seu ano máximo é de 35%
Em 1 de janeiro de 2020 eram 1.455. 45 a menos que no ano anterior. A diminuição: 36%
Em 1 de janeiro de 2021 eram 1432, já apenas 23 a menos que um ano antes. Os 37%
Em 1 de janeiro de 2022 voltam a incrementar as perdas, 47 religiosos: 1.385. Os 38%
Em 1 de janeiro de 2023 voltam a perder 47 religiosos: 1.338. Os 42%
Em 1 de janeiro de 2024 eram 1.316. 22 a menos que um ano antes. Os 43%
Em 1 de janeiro de 2025 já praticamente parece que quase pararam as perdas que já foram apenas 7 religiosos: 1.309. Continuam nos 43%
Missionários dos Sagrados Corações (Maiorca): Eram 152 em 1973 e em 2013 restavam 128. Um a mais que no ano anterior. Perderam apenas 17%. A 1 de janeiro de 2014 tinham subido para 131, 3 a mais. A perda desceu para 15%. A 1 de janeiro de 2015 continuavam a aumentar pois já eram 133, 2 a mais que no recenseamento do ano passado. A perda está agora nos 13%.
Em 1 de janeiro de 2017 continuam nos 131 e por tanto nos 15% embora todos sejam um ano mais velhos.
Em 1 de janeiro de 2018 eram 130, um a menos que na mesma data de um ano antes. A diminuição continua nos 15%
Em 1 de janeiro de 2019 subiam para 134, 4 a mais que no ano anterior com o que a diminuição desceria para 12% Não coincidem esses bons números com o abandono de casas como a emblemática Lluch.
Em 1 de janeiro de 2020 continuam a subir: 136, Dois a mais que no ano anterior. A diminuição desce para 11%
Em 1 de janeiro de 2021 parece que já não se atrevem a continuar a apontar incrementos e reconhecem a perda de 9 religiosos, restam 127. A perda já é de 17% e muito escassa me parece
Em 1 de janeiro de 2022 voltam a deixar pelo caminho 6 religiosos: 121. Os 21%
Em 1 de janeiro de 2023 ganham 2: 123. Os 20%. Será verdade? Crescem e deixam o Lluch?
Em 1 de janeiro de 2024 perdem 4. 118. Os 23%
Em 1 de janeiro de 2025 dizem-nos que agora toca crescer: 122, 4 a mais que um ano antes. Os 20%
Combonianos: Em 1967 eram 1.740 e a 1 de janeiro de 2013, 1.693. Embora tivessem perdido 39 religiosos em relação a 2012. Dados verdadeiramente espetaculares. A diminuição é de 3%, A 1 de janeiro de 2014 era 1.673, 20 a menos que no ano anterior. Perderam apenas 4%. A 1 de janeiro de 2015 tinham descido para 1.669, 4 a menos que no ano anterior. A perda continua nos 4%.
A 1 de janeiro de 2016 tiveram um leve incremento de 9 religiosos, chegando a 1.678. As missões continuam a atrair. Continuam na excelente cifra dos 4% de diminuição.
Em 1 de janeiro de 2017 desceram para 1.662. 16 a menos que um ano antes. Perdem 5%, resultado extraordinário.
Não foi bom para eles 2017 pois em 1 de janeiro de 2018 eram 1.607, cinquenta e cinco a menos que um ano antes. Diminuem 7%
Em 1 de janeiro de 2019 perderam apenas 7 religiosos: 1.600. A diminuição sobe para 8%
Em 1 de janeiro de 2020 ganham 23 religiosos: 1.623. A perda desce para 7%. Excelentes números
Em 1 de janeiro de 2021 voltam à realidade, restam 1.576, 47 a menos que no ano anterior. A perda é de 10%
Em 1 de janeiro de 2022 são 32 os que se perderam: 1.544. Os 12%
Em 1 de janeiro de 2023 eram 15 religiosos a menos: 1.529. Os 13%
Em 1 de janeiro de 2024 eram 40 religiosos a mais: 1.569. A perda reduz-se para 10%. Será verdade?
Em 1 de janeiro de 2025 voltam as reduções com 46 religiosos perdidos: 1.523. Com o que voltam aos 13%
Trinitários: 800 em 1963 desceram para 631 em 2013 e eram 10 a mais que em 2012. A perda é de 22% Em 1 de janeiro de 2014 continuam a subir, 635, 4 a mais que no ano anterior. .A 1 de janeiro de 2015 continuam a crescer pois eram 647, 12 a mais que em 2014.
Pouco durou a alegria na casa do pobre. A 1 de janeiro de 2016 tinham descido para 619, 28 trinitários perdidos num ano. E numa ordem de escassos frades. A perda é de 23%
E em 1 de janeiro de 2017 continuavam a descer e já eram apenas 579, quarenta a menos que no ano anterior. A disminuíção já está nos 28%.
Em 1 de janeiro de 2018 restavam 566, treze a menos que um ano antes. Perdem 30%
Em 1 de janeiro de 2019 outro milagre, não estão a ser demasiados?, neste florescer vocacional que está a inundar todo o mundo menos Espanha, os trinitários aumentaram não em um nem em dois, em !!!!44!!!!: 610. Com o que a perda se reduz para 24%
Em 1 de janeiro de 2020 continuam a crescer espetacularmente: 32 a mais que o ano passado: 642.. A perda já desceu para 20%.Será verdade ou estão a enganar a Braz de Anís e Chámame Pepe?
Em 1 de janeiro de 2021 descem para 612, perdendo 30 frades. A perda é de 24%
Em 1 de janeiro de 2022 perdem 52 frades: 560. A diminuição dispara para 30%
Em 1 de janeiro de 2023 eram 9 a mais: 569. Os 29%
Em 1 de janeiro de 2024 perdem 5 frades: 564. Os 30%
Em 1 de janeiro de 2025 continuam as horas baixas e perdem 17 frades: 547. Os 32%
Rogacionistas: Em 1967 havia 337. Em 2013 já eram 510. E 8 a mais que em 2012. Como em Espanha apenas têm, ou tinham, uma casa em Tarragona o notabilíssimo incremento deve-se a que o estão a fazer muito bem noutros lugares. Continuam a sua carreira ascendente, a 1 de janeiro de 2014 eram 515, 5 a mais que no ano anterior. Que mantêm a 1 de janeiro de 2015 com 553 religiosos, 38 a mais que em 2014. Outros a imitar.
Embora em 1 de janeiro de 2017 voltem a aumentar chegando a 566, 29 a mais que no ano anterior.
Um ano depois continuam a crescer, 577, onze a mais em 1 de janeiro de 2018
E, como não, um ano mais e dez rogacionistas a mais em 1 de janeiro de 2019: 587
Em 1 de janeiro de 2020, um levíssimo retrocesso de três religiosos: 584. Bastantes maisque em 1967. Será verdade? Quando tudo se afunda?
Em 1 de janeiro de 2021 voltam a subir: 591
Em 1 de janeiro de 2022 continuam a subir: 595, quatro a mais que um ano antes.
Em 1 de janeiro de 2023 continuavam a aumentar: E nada menos que doze religiosos a mais: 607- Acreditamos?
Pois continuam imparáveis. Em 1 de janeiro de 2024 eram 650: aumentaram nada menos que em 43
Em 1 de janeiro de 2025 continuam na sua extraordinária linha com 9 religiosos a mais: 659
Reparadores (ou dehonianos): O caso dos anteriores não se repete com estes. Eram 3.425 em 1967 e em 2013 tinham descido para 2.291, com perda de 2 religiosos sobre o ano anterior. Perderam 34%
A 1 de janeiro de 2014 eram 2.295, 4 máis que no ano anterior. Continuam nos 34% de perdas.
Em 1 de janeiro de 2015 restavam 2.262. Trinta e três a menos que no ano anterior. Os 34% de perda.
A 1 de janeiro de 2016 continuavam a descer e já apenas eram 2.236, 26 religiosos a menos. Continuam nos 34%
Em 1 de janeiro de 2017 desceram para 2.171, sessenta e cinco a menos que um ano antes. A perda já é de 37%
Em 1 de janeiro de 2018 apenas tinham perdido dois religiosos. Eram 2.169. Continuam nos 37%
Nesta primavera vocacional de que ninguém se tinha apercebido também os dehonianos levam a sua parte, em 1 de janeiro de 2019 eram 20 a mais que um ano antes; 2.189. A perda continua nos 37%
A 1 de janeiro de 2016 continuam a aumentar, já são 574. Nove a mais que no ano anterior.
Em 1 de janeiro de 2017 desceram para 559, perdendo quinze religiosos. A perda está nos 14%
Um ano depois, em 1 de janeiro de 2018 eram 558, um religioso a menos que um ano antes. Passam para 15%
Em 1 de janeiro de 2019 continuam os 558
Em 1 de janeiro de 2020 perderam dois religiosos: 556. Continuam nos 15%
Em 1 de janeiro de 2021 perderam 4 religiosos a mais: 552. Os 16%
Em 1 de janeiro de 2022 foram 15 os religiosos perdidos: 537. Os 18%
Em 1 de janeiro de 2023 perdem outros 6 religiosos: 531. Os 19%
Em 1 de janeiro de 2024 perdem 4 religiosos a mais: 527.Continuam nos 19%
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