TRIBUNA: O ecumenismo era isto

Por: Alonso Pinto

TRIBUNA: O ecumenismo era isto

Há algumas semanas, a imagem da “arcebispa” de Canterbury a dar uma bênção na capela clementina da basílica de São Pedro indignou o mundo católico. O nome da autoproclamada sucessora dos apóstolos é Sarah Mullaly, que foi recebida em audiência pelo Papa Leão XIV. Na imagem vê-se Mullaly a dar a bênção enquanto, ao seu lado, um bispo complacente responde à paródia persignando-se.

Partilho a indignação geral dos católicos, mas não a surpresa. Para quem conhece o verdadeiro significado do ecumenismo promovido pelo Concílio Vaticano II, é perfeitamente óbvio que a imagem que tanto indignou é um documento gráfico totalmente congruente com os princípios do ecumenismo. O que se reflete nessa imagem vem ocorrendo há décadas na Igreja católica, mas, como diz o ditado espanhol, uma imagem vale mais que mil palavras. Alguns parecem ter compreendido agora que o ecumenismo incompatível com a doutrina da Igreja, e que contradiz frontalmente a Tradição e as Escrituras.

Durante anos tentou-se convencer os católicos de que algumas cenas vergonhosas de promiscuidade religiosa eram simples abusos que não respondiam à “doutrina” ecuménica. Com esse subterfúgio pretendeu-se desculpar o ecumenismo de todas as sucessivas aberrações eclesiais, desde o<|eos|>

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