Homilia linda do arcebispo de Oviedo no dia da Virgem de Covadonga

Para lê-la e meditá-la. E gozá-la. Pelo bem escrito que está. Tenho a certeza de que à Santina agradou. A Santina. Quase nada. Uma pequenez de santa. Pois nessa insignificância nasceu Espanha. Como para dizer aos asturianos que têm apenas uma santinha. A eles que são grandalhões, e até desmesurados. Pois penso, seguramente equivocado, que o filho de tão Santíssima Mãe lhes incomoda que só seja Deus. Porque a Santina merecia algo mais.

Deixemos a caricatura, baseada certamente no imenso amor à Santina, embora em alguns possa estar exagerado, mas benditas as exagerações se nascem como é o caso, no amor. Meu bisavô paterno era asturiano e minha bisavó paterna também. Mas o meu amor à Santina não procede de tão longínquas raízes, senão do que ela representa em Espanha e na catolicidade desta pátria.

Pois nessa homenagem a eles e à Santina.

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