
Quando as carências são tão monumentais, o artigo fica muito ferido desde as primeiras palavras. Escrever sobre um acontecimento que volta a repetir-se nas Astúrias e com tanta ignorância sobre a Igreja asturiana retira credibilidade a todo o texto. Eu não passei das primeiras palavras, que atestam um desconhecimento descomunal da Igreja ovetense.
Este é o despropósito: “palavras pronunciadas pelo arcebispo emérito de Oviedo, Mons. Jesús Sanz”. Oviedo não tem hoje nenhum arcebispo emérito. Foi Gabino Díaz Merchán, falecido há já vários anos. E, desde a sua morte, Oviedo carece de arcebispo emérito. E a pessoa a quem se atribui o emeritazgo, “Jesús Sanz”, de emérito não tem absolutamente nada, é o atual arcebispo residencial de Oviedo. Pois já me dirão o que vale um artigo que começa assim.