A crise dos religiosos 2025, IV (Annuario Pontificio 2026)

Redentoristas: Foram 9.450 em 1963. Em 1973 ainda restavam 7.540. Em 1 de janeiro de 2016 já eram apenas 5.101. Tinham perdido 47% dos que foram.

Em 1 de janeiro de 2017 restavam 5.029, desapareceram 72 redentoristas, continuam nos 47% de diminuição.

Um ano depois continuam na mesma linha. Perderam 19 redentoristas, restam 5.010 e continuam com 47% de diminuição

Em 1 de janeiro de 2020 eram 76 redentoristas a menos: 4.910. A diminuição sobe um ponto: 49%

Em 1 de janeiro de 2021 foi negro, 127 redentoristas a menos que um ano antes, 4.783. Já perderam 50% dos seus efetivos.

Em 1 de janeiro de 2022 restavam 4.685, uma perda de 98 religiosos: 51%

Em 1 de janeiro de 2023 tinham baixado para 4.634, 51 a menos que um ano antes. A perda sobe um ponto, 52%

Em 1 de janeiro de 2024 restavam 4.568, 66 a menos que um ano antes. A perda continua nos 52%

Em 1 de janeiro de 2025 tinham perdido 95 redentoristas. Restavam 4.473. E a perda tinha subido para 53%

Sacramentinos: Em 1966 foram 1.641. Em 1 de janeiro de 2016 restavam 854. Com perda de 48%.

Em 1 de janeiro de 2017 eram 876, 22 a mais que um ano antes. A diminuição reduz-se para 40%.

Em 1 de janeiro de 2018 tinham deixado sete religiosos a mais: 869. A perda sobe um ponto: 41%

Em 1 de janeiro de 2019 tinham aumentado nada menos que 26 religiosos. Acreditamos? O Anuário dá-lhes 895, com o que a disminuição teria descido para 39%

Em 1 de janeiro de 2020 tocaram perdas, onze sacramentinos: 884. A diminuição sobe para 47%
Em 1 de janeiro de 2021 eram 883, um a menos que o ano anterior. Continuam nos 47%

Em 1 de janeiro de 2022 restavam 879, 4 a menos que um ano antes. Continuam nos 47%

Em 1 de janeiro de 2023 perdem um religioso: 878. Continuam nos 47%

Em 1 de janeiro de 2024 eram 877, tinham deixado apenas um religioso. A perda continua nos 47%

Em 1 de janeiro de 2025 perdeu-se um religioso: 876. 47%.

 

Passionistas: 4.350 em 1967. Em 1 de janeiro de 2016 restavam 2.039, o que supõe uma perda de 54%. E continuam a piorar, pois em 1 de janeiro de 2017 já havia apenas 1.964 passionistas, setenta e cinco a menos que o ano anterior. A perda já é de 55%

Foi excelente o ano de 2017, pois nele perderam apenas um religioso: 1.963. Continuam nos 55%

Bastante pior foi 2018, no qual se foram 23 religiosos, restando em 1 de janeiro de 2019, 1.940. A perda sobe para 56%

Em 1 de janeiro de 2020 eram 1.923, 17 a menos que um ano antes. A diminuição sobe um ponto: 57%

Em 1 de janeiro de 2021 baixaram para 1.890, 33 a menos que um ano antes. Continuam nos 57%.

Em 1 de janeiro de 2022 eram 1.848, 42 a menos que um ano antes, 58%

Em 1 de janeiro de 2023, 1.846, dois a menos que um ano antes. Continuam nos 58%

Em 1 de janeiro de 2024 restavam 1.795, com uma diminuição de 51 religiosos. A perda sobe para 59%

Em 1 de janeiro de 2025 foram 31 os religiosos desaparecidos. Restam 1.764. Com o que a diminuição do Instituto sobe para 60%

 

 

Verbo Divino: Foram 5.744 em 1966. Em 1 de janeiro de 2016 tinham aumentado consideravelmente e eram 6.003. Resultado surpreendente. Em 1 de janeiro de 2017 descem um pouco: 5.987, mas continuam com números extraordinários.

Mantêm-se em 1 de janeiro de 2018, quando inclusive aumentam em 18 religiosos: 6.005.

Em 1 de janeiro de 2019 têm um leve retrocesso de 7 religiosos: 5.998.

Em 1 de janeiro de 2020 chegaram a 6.016, 18 a mais que um ano antes, Extraordinário

Em 1 de janeiro de 2021 deixaram 51 religiosos: 5.965. Ainda são bastante mais que em 1966

Em 1 de janeiro de 2022 voltam a aumentar para 5.997, 32 a mais que há um ano. São resultados credíveis?

Em 1 de janeiro de 2023 baixam para 5.833, 114 a menos que um ano antes. Ainda são mais que em 1966

Em 1 de janeiro de 2024 eram 5.833, os mesmos que um ano antes e ainda mais que em 1966. Acreditamos?

Em 1 de janeiro voltam as reduções. Já são 192 os desaparecidos e restam 5.641

Espiritanos: Tiveram seu número mais alto em 1963: 5.200. Em 1 de janeiro de 2016 tinham baixado para 2.845, com uma perda de 46%. E a situação piora. Em 1 de janeiro de 2017 tinham perdido 140 religiosos em relação ao ano anterior e restavam 2.705. A perda já é de 48%.

Em 1 de janeiro de 2018 aumentam para 2.756, cinquenta e um a mais que o ano anterior. A perda diminui para 47%.

Outro ano de crescimento espetacular em 2018, 36 religiosos a mais nestes dias de fome generalizada. Já são 2.792 em 1 de janeiro de 2019. A diminuição continua nos 47%

Em 1 de janeiro de 2020 continuam subindo embora agora quase imperceptivelmente, dois religiosos: 2.794. Continuam nos 47%

Em 1 de janeiro de 2021 chegaram as reduções: 2.720, 74 a menos que um ano antes. Sobe a perda para 48%

Em 1 de janeiro de 2022 eram 2.680, 40 a menos que um ano antes. 49%

Em 1 de janeiro de 2023 voltam a tocar subidas, nada menos que 55 religiosos: 2.735. Com o que a diminuição baixa para 48%

E continuam nessa linha em 1 de janeiro de 2024, quando sobem para 2.792, 57 a mais que um ano antes. A perda é de 47%

Em 1 de janeiro de 2025 continuam crescendo e são 38 religiosos a mais: 2.826. A diminuição baixa para 46%

                                                                                                                                       m                                                                              

Carmelitas Calçados: Eram 3.025 em 1963. Em 1 de janeiro de 2016 ainda restavam 2.027, o que supõe uma perda de 33%. Em 1 de janeiro de 2017 eram 1.979, quarenta e oito a menos que um ano antes. Perdem 35%

Em 1 de janeiro de 2018 tinham subido para 2.046, sessenta e sete a mais que um ano antes. Será verdade essa montanha russa?. A diminuição é de 33%

Não tão bom, mas muito aceitável foi 2018, no qual aumentaram 38 frades: 2.084. A diminuição baixa para 32%

Em 1 de janeiro de 2020 registram uma leve perda de 7 frades: 2.077. Continuam nos 32%

Em 1 de janeiro de 2021 baixam um pouco mais, 36 frades: 2.041. A perda sobe para 33%

Em 1 de janeiro de 2022, 2.000, 41 frades que desapareceram. 34%

Em 1 de janeiro de 2023 são 3 os frades desaparecidos; 1.997. Continuam nos 34%

Em 1 de janeiro de 2024 eram 1.984, treze a menos que um ano antes. 35%

Em 1 de janeiro de 2025 continua o acordeão. São 14 a mais que um ano antes: 1.998. A perda baixa para 34%

 

Mercedários Descalços: Sempre foram muito poucos. Em 1973 mal eram 127. Em 1 de janeiro de 2016 só restavam 33. Tinha-se perdido 75% da ordem. Um ano depois, em 1 de janeiro de 2017, eram dois frades a mais: 35. A perda baixou para 73%

Em 1 de janeiro de 2018 mantêm os 35. Agonizantes.

Em 1 de janeiro de 2019 perderam um frade: 34. A diminuição sobe um ponto: 74% 

Em 1 de janeiro de 2020 foi-se mais um. Agora restam apenas 33. 74%

Em 1 de janeiro de 2021 ganham um, 34. 74%

Em 1 de janeiro de 2022 ganham dois frades, 36. 72%

Em 1 de janeiro de 2023 continuam os 36 e 72%

Em 1 de janeiro de 2024 já eram apenas 31, 5 a menos que um ano antes. A perda sobe para 76%

Em 1 de janeiro de 2025 continuam seu caminho acelerado para o desaparecimento. Agora restam apenas 29, 2 a menos que um ano antes. A diminuição da Ordem já é de 78%

 

Cooperadores Paroquiais de Cristo Rei: 70 em 1986. Em 1 de janeiro de 2016 restavam 58, o que supõe uma perda de 18%. Um ano mais tarde, 1 de janeiro de 2017, tinham perdido um religioso: eram 57. A perda é de 19%, mas referida a 1986, pelo que sem dúvida será maior.

Em 1 de janeiro de 2018 continuam os 57 e 19%.

Mau ano foi 2018, pois amanheceu 2019 com 51 religiosos, seis a menos que um ano antes, o que faz subir a diminuição para 28%

Em 1 de janeiro de 2020 tinham subido para 55, quatro a mais que um ano antes. A perda desce para 22%, mas referida a 1986

Em 1 de janeiro de 2021 ganham um, 56. 20%

Em 1 de janeiro de 2022 eram três religiosos a mais, 59. 16%

Em 1 de janeiro de 2023 dois religiosos a mais, 61. 13%

Em 1 de janeiro de 2024 eram 52, 9 a menos que um ano antes. 26%.

Em 1 de janeiro de 2025 restavam os mesmos 52. E o mesmo 26%

 

Identes: Eram 138 em 1 de janeiro de 2010. Na mesma data de 2016 restavam 117. Perderam 16% em dez anos.

Um ano depois continuavam sendo os mesmos 117.

Em 1 de janeiro de 2018 eram 116, um a menos que um ano antes. Continuam nos 16%

Em 1 de janeiro de 2019 aumentaram em 5: 121. A diminuição baixa para 13%

Em 1 de janeiro de 2020 perderam quatro, 117. 16%.

Em 1 de janeiro de 2021 perdem três a mais, 114. 18%

Em 1 de janeiro de 2022, 113, um a menos que o ano anterior. 19%

Em 1 de janeiro de 2023 continuam os 113 e 19%.

Em 1 de janeiro de 2024 eram 108, 5 a menos que um ano antes. 16%

Em 1 de janeiro de 2024: 113, 5 a mais que um ano antes: 12%.

Em 1 de janeiro de 2025 eram já apenas 106. Sete a menos que um ano antes.

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