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¿Motivada pelos incidentes diocesanos dos quais demos conta? Não parece descartável.
Também não acreditamos que a pastoral os vá remediar.
Segundo ela, os maus são os outros.
E assim não se resolve o conflito. Faria falta alguma sinodalidade.
O bispo não quer que o clericalismo o devore.
E isso, o que é?
Porque ser bispo é clericalismo puro. Ou será que Valera não se apercebeu?
A mesma pastoral é um claro exemplo disso